quinta-feira, 13 de maio de 2010

O Externo é um Reflexo de Nós Mesmos

Este post tem como base o texto que recebi através de um PPS e que transcrevi no post abaixo.

É importante, para um melhor entendimento deste, que você leia o post anterior logo abaixo deste.

O texto, que transcrevi no post abaixo, mostra e descreve de forma muito objetiva o sistema a que estamos presos.

Aliás, faço uma correção, não é um sistema e sim uma “matriz”, e explico porque: Sistema é um conjunto de elementos interconectados, de modo a formar um todo organizado. Matriz é um modelo que dá origem à cópias. Ou seja, é de uma matriz que o sistema se forma.

E que matriz é esta que dá origem ao sistema que vivemos? Uma matriz formada e mantida pela energia do coletivo, que reforça o sistema.

Trocando em miúdos, o sistema é mantido por nossa participação nele, mas não por estarmos nele. O fato de se estar dentro de um sistema não necessariamente significa que estejamos participando dele.

E como é que podemos trabalhar, receber, pagar, gerar recursos dentro do sistema e não ser co-partícipe? Não gerando energia para reabastece-lo.

E que energias são estas?

A nossa própria energia, aquela que emitimos pelos nossos pensamentos, nossas emoções. Tudo por puro condicionamento, por crenças limitantes e por estarmos sempre a reagir a algo e não a apenas agir.

O que está acontecendo agora é uma imensa desconstrução e a vemos todos os dias. Não apenas pelos noticiários, mas também em nossa vidas quotidianas, em nossa família, em nós próprios.

Quer ver como isso é assim? Eu lhe pergunto, quantas coisas de você, que você procurava esconder, ou mesmo não ver, estão agora bem à sua frente e não mais é possível negá-las? O mesmo ocorre com o sistema, com as mentiras, com as crueldades do sistema, com as manipulações que outrora funcionavam e, que, somente uns poucos percebiam e tinham consciência.

Agora estas situações vem "ao de cima". Agora nada mais as encobre. Está tudo escancarando-se.

E por que? Porque a matriz, esta velha e aprisionante matriz, está se dissolvendo e a Verdade se mostra enquanto a ilusão se autodestrói.

Explicando melhor:

Tudo que existe é energia. Nosso corpo é constituído de células e, estas de átomos e estes promovem energia. Nossos sentimentos são energias, assim como nossas emoções, e o mesmo se dá com as palavras que proferimos. E é este conjunto que impulsiona nossa ação e nossa atitude. A energia está à nossa volta, dentro de nós. Tudo é energia! E cada um destes elementos está interligado, pois as energias são interconectadas umas às outras.

Exatamente por isto existe uma energia que Jung denominou inconsciente coletivo, que é formado por cada um de nós, como uma grande teia de energia.

E como ela se forma? Pelas vibrações de nossas energias. Pelas vibrações que emanamos consciente ou inconscientemente. E são essas emanações, essas vibrações de energia que alimentam o sistema, com o comando da matriz.

Nós somos condicionados desde que nascemos a aceitar, introjetar e a tornarmo-nos um micro-sistema a partir da matriz que conduz o macro-sistema seja ele social, econômico, financeiro, político, filosófico, o que for. E estes condicionamentos nos foram incentivados pelos nossos pais e por outras pessoas e, estes, o foram pelos seus pais, numa sucessiva teia ascendente e descendente de condicionamentos.

É bem verdade que de geração em geração algumas coisas se modificam, mas sempre dentro do sistema.

E quando alguém ousa proferir algo fora do sistema é silenciado, desacreditado, zombado ou mesmo aprisionado e morto.

Muitos o fizeram e pagaram um preço muito alto por tal coragem.

Bom, algo está a ocorrer nestes tempos, um pouco diferente do que antes, algo se processa, o sistema já foi enfrentado algumas vezes, inclusive o vivemos na década de 60 e 70. Mas logo trataram de esmagar estes movimentos. E o fizeram!

Mas neste novo milênio, nestes tempos do agora, o que acontece?

Mais pessoas, muitas mais que nas décadas passadas, estão com suas consciências mais expandidas. Percebem que, de fato, o sistema escraviza, manipula, domina e exerce seu poder de forma gananciosa, sem se importar com o próprio ser humano. Afinal de contas o que importa é o que se ganha com isso.

Todas as vezes que usamos da força ou da oposição ao sistema, este prevaleceu, pois a força utilizada gerava a mesma força em sentido contrário e muito mais poderosa.

Claro, vivemos em um mundo dual. Então, quanto mais eu brigo com o sistema, mais ele se fortalece. Assim tem sido.

Ora, tomar consciência do sistema, mas cruzar os braços e nada fazer, ou lutar contra o sistema, tem sido a norma praticada. Porém, nada fazer ou lutar por uma causa dentro do sistema, sempre o favoreceu. E, neste, o ser humano nunca é respeitado per si.

Será que já não é hora de parar e refletir que uma nova forma, que não seja antagônica, que não seja de confronto e de luta pode ser eficaz? Uma forma absolutamente fora do sistema?

Então, vejamos, se o coletivo é um somatório de muitos indivíduos e o inconsciente coletivo é formado por cada individuo, que tal eu, ao invés de querer mudar o coletivo, começar por mudar a mim mesma?

Se tudo que há por aí tem a minha contribuição de alguma maneira, é porque o que está por aí reflete exatamente o que tenho em mim. A energia de fora tem a ver com a energia que eu produzo, aliás é a mesma!

Assim, pode-se dizer que a nossa contribuição com aquilo que mais criticamos, mais rejeitamos seja a guerra, a fome, a miséria, a tirania, o roubo, as injustiças, as mortes, as atrocidades cometidas, são um reflexo do que eu emano como energia.

E como eu faço isto? Como vibro nesta sintonia e reforço o sistema? Em cada pensamento negativo, em cada sentimento de ódio, de inveja, de ira, de ciúme, de desamor por mim mesma e pelos outros, de ressentimento, etc. (a lista é interminável).

Bom, talvez se eu começar a me ver com mais honestidade, eu possa perceber que esta é uma afirmação coerente. Como está sua vida no externo? Observe que ela reflete seu interior.

Posso então me responsabilizar na observação de mim mesma, de minhas crenças, de meus pensamentos, das palavras que profiro, daquilo que faço e perceber que o próprio sistema me encorajou a não me ver, a não me honrar, a não acreditar em mim, a sempre achar que se algo está errado, a errada sou eu. Sou eu que não consegui manter meu emprego, ou minha relação afetiva. Que não sou digna de ser amada, que não mereço nada de bom e não acredito na vida.

É isso que o sistema de crenças e do que pensamos sobre nós mesmos, de nossos sentimentos por nós mesmos, nos faz acreditar e gera uma grande energia de medo, de insegurança, de frustração, etc.

Mas porque o sistema faz isto? Para que, continuamente, emitamos estas energias pois são elas que alimentam a matriz.

Assim, penso que muito mais produtivo do que boicotar o sistema, querer limpar o sistema, querer mudar o sistema com um outro sistema ou mesmo com uns indicativos fora do sistema, muito mais eficaz, é deixa-lo morrer de inanição, sem alimentá-lo.

Se a premissa de que tudo é energia é real e de que a matriz e o sistema são alimentados por nós, não por estarmos nele, mas por participarmos dele com nossas energias equivocadas, então podemos dizer que este sistema e esta matriz podem ser dissolvidos por falta de energia que os sustenham.

As energias podem ser modificadas e mudadas em sua origem, ou seja, em nós mesmos. Podem ser transmutadas. Podem ser, digamos, limpas.

Para tanto, é preciso que façamos uma faxina, primeiro em nós mesmos, em nossos pensamentos limitantes, em nossas crenças tirânicas e em nossas emoções de baixa frequência vibratória.

Deixemos de baixaria. É possível trocar estas por: Amor por nós mesmos. Compaixão. Perdão.

E é exatamente isto que muitos, mas mesmo muitos, entre nós, estão fazendo.

Por isto a matriz está se dissolvendo. E temos ajuda, temos mesmo!

Temos ajuda de muitos seres de amor, de profunda compaixão e de total ausência de julgamento a nos incentivarem a ver quem verdadeiramente somos: Seres de Amor, de Alegria, de Verdade. O resto é mentira e ilusão criada para nos dividir, para nos manter na teia do sistema.

O resultado deste encontro consigo mesmo, o deixar ir as velhas crenças e os sentimentos de desamor, começam a fazer a grande diferença: Trocamos nossa sintonia de uma matriz velha, cruel e manipuladora e iniciamos a construção energética de outra matriz.

Isto é o mesmo que trocar meia dúzia por seis? Claro que não. Ao falar de trocar o abastecimento energético de uma matriz para outra, na pior das hipóteses significa que a matriz velha se desfaz, se desconstrói, se dissolve e uma outra diferente, mais justa, amorosa, próspera e abundante para todos, se inicia.

Exatamente um reflexo do amor, da bondade, da ternura, da abundância, do compartilhar e do cooperar que possuímos em nós e que somos nós!

Matriz e Sistema

Recebi este texto em forma de PPS e o transcrevo aqui.
O que aqui está colocado é o que muitos percebem e outros não.
Achei importante colocá-lo aqui para que possa servir de base ao próximo post.
Caso contrário, o que penso a respeito ficaria muito longo, pois teria que me referir a cada aspecto do texto.
Em seguida postarei o que tenho a falar sobre isto.
Não que eu ache um equívoco, não. Mas sim o que penso disto tudo.
Não sei quem é o autor do texto e do PPS que recebi, portanto não tenho como citar a fonte.
Ai vai ele:
" É absurdo que todos pensemos que não se pode mudar este sistema. Na história da humanidade todos os sistemas deram lugar a outros.
Somos nós que mantemos este sistema, cumprindo um contrato sem nunca termos parado para pensar.
Em grandes linhas, este é o seu conteúdo:
1 - Aceito a busca do conforto como o fim supremo da humanidade, e a acumulação de riquezas como o maior objetivo na nossa vida. Quanto mais infeliz for, mais consumirei, e assim contribuirei para o bom funcionamento do sistema.
2 - Aceito que a investigação relacionada com a minha saúde esteja nas mãos de empresas cuja única motivação é gerar lucros.
3 - Não me preocupa que as farmacêuticas financiem os congressos de medicina e que controlem assim a informação que chega aos meus médicos.Confio na indústria farmacêutica, e na gente como Donald Rumsfeld, acionista e ex-presidente da farmacêutica que desenvolveu o Tamiflú. Não creio que sejam capazes de criar vírus como o da gripe A para enriquecer.
4 - Eu aceito deixar o meu salário nos bancos para que eles o invistam naquelas atividades que mais dinheiro geram, independentemente da sua moralidade ou do seu impacto ambiental.Assumo que os investimentos mais lucrativos são os que exploram os cidadãos dos países em desenvolvimento e apoio por completo estas atuações.
5 - Eu aceito que as autoridades guardem todos os dados sobre mim que possuam. Confio neles e não me importa levar DNI com microchip, nem dar a minha identificação ocular ao entrar noutro país, nem ter que mostrar o conteúdo do meu computador nos aeroportos.
6 - Eu aceito os paraísos fiscais para que ricos e delinquentes não paguem os impostos que eu pago.
7 - Eu aceito que os bancos internacionais emprestem o meu dinheiro a países que querem armar-se para a guerra, e que possam escolher onde irão ter lugar as guerras. Sou consciente de que o melhor é financiar ambos os lados para que o conflito dure o maior tempo possível, não só para ganhar mais dinheiro mas para que eles depois paguem com os seus recursos quando não puderem devolver os empréstimos.
8 - Eu aceito que a publicidade me conte mentiras e que me faça desejar coisas, que quando consigo, me beneficiam pouco
9 - Eu aceito que se guardem todos os meus e-mails durante 5 anos ainda que eu os apague. E que empresas como Yahoo dêem acesso às contas às autoridades chinesas, permitindo assim deter dissidentes.
10 - Eu aceito a última tecnologia descoberta que permite que os telemóveis possam retransmitir o que ouvem mesmo quando o seu proprietário o tenha apagado. (para evitá-lo, retire a bateria
11 - Eu aceito que o poder esteja nas mãos das pessoas mais ambiciosas e com menos escrúpulos.
12 - Eu aceito que os partidos políticos aglutinem o pior do país e que a cada 4 anos me contem o que sabem que quiero ouvir para chegar ao poder.
13 - Eu aceito que os meios de comunicação estejam concentrados nas mãos de grandes poderes econômicos, porque sei que farão um bom uso deles. Aceito acreditar só no que os meios de comunicação dizem e pensar que o que se diz fora deles são boatos para gente inculta e crédula. Eu aceito esta matriz na qual me colocaram para que não possa ver a realidade das coisas. Sei que o fazem para o meu bem.
14 - Eu aceito que as notícias compilem o que de pior se passou no planeta nesse dia, para que me sinta impotente e pense que não há nada que se possa fazer.Sei que alimentar o medo, a raiva e o desespero são o melhor que podem fazer por nós porque crer que se pode mudar algo é perigoso.
15 - Eu aceito as versões dos acontecimentos que me dão os meios e apoio todas as divisões entre seres humanos que me queiram contar os governos.Desta forma poderei focalizar a minha cólera para os inimigos desenhados por eles, e não me oporei a ações bélicas que respondam a interesses político-econômicos.
16 - Eu aceito que se condene à morte o próximo, e nos convençam a acabar com ele, sempre que o seu governo tenha sido declarado, pelo nosso, como seu inimigo.
17 - Eu aceito que se destruam toneladas de comida para que não baixem os preços internacionais. Parece-me melhor que oferecê-las às centenas de milhares de pessoas que morrem de fome todos os anos.Parece-me bem que haja países como Haiti, onde à falta de outra coisa, comem bolos feitos com terra. Como todos somos egoístas, estou convencido de que, no fundo, todos estamos de acordo com esta situação
18 - Eu aceito que,a felicidade é conforto, o amor é sexo e a liberdade é ter dinheiro para poder satisfazer todos os meus desejos.
19 - Eu aceito que se Façam guerras por motivações econômicas como o petróleo, reativar a economia ou dar saída aos stocks de armas obsoletas.Há que fazer seja o que for para manter o sistema em marcha, porque é sem dúvida o melhor possível.
20 - Eu aceito comer carne bovina tratada com hormônios sem que exista obrigação legal de indicá-lo em nenhuma etiqueta.
21 - Eu aceito servir de cobaia e comer carne de animais criados com alimentos transgênicos, para comprovar se aparece alguma anomalia na nossa espécie a longo prazo.
22 - Eu aceito que os vegetais que ingiro tenham recebido pesticidas e herbicidas tóxicos para a minha saúde, sempre que não usem demasiado.
23 - Eu aceito que se utilizem todo tipo de aditivos químicos na minha alimentação, porque estou convencido de que se os utilizam, é porque sabem que não há nenhuma consequência a longo prazo.
24 - Eu aceito que os transgênicos se expandam por todo o planeta, e que as multinacionais agroalimentares que alimentam seres vivos, acumulem enormes dividendos por eles e controlem a agricultura mundial.Estou convencido de que é moral especular com o preço dos alimentos, para que o sistema de mercado garanta que os recursos sejam distribuídos de forma eficiente.
25 - Eu aceito pagar o preço mais baixo possível pela carne dos animais que compro, pelo que me parece bem que os tratem mal, para baixar o preço da sua carne.Ao fim e ao cabo somos uma espécie superior.Em consequência, se viesse outra espécie superior de outro planeta, parecia-me lógico que fizessem o mesmo conosco.
26 - Eu aceito a política de «revolting doors» (portas giratórias). Sei que os diretores de organismos internacionais como a OMS, a OIT, o FMI e o Banco Mundial são ex- empregados de grandes corporações, que sabem que «portando-se bem» voltarão a essas corporações no ano seguinte ganhando quantidades astronômicas.
27 - Eu aceito a hegemonia do petróleo na economia, apesar de ser uma energia cara e poluente, e estou de acordo em impedir qualquer tentativa de substituição, porque a implantação dos métodos de energia livre já descobertos e silenciados seria uma catástrofe para o sistema.
28 - Eu aceito que o valor de uma pessoa dependa da sua capacidade para gerar dinheiro e de aparecer ou não na televisão.Tomarei como minhas referências pessoais as pessoas que aparecem na televisão, e procurarei ser como eles.
29 - Eu aceito que se paguem fortunas a jogadores de futebol e a atores, para convertê-los nos nossos modelos a imitar.Parece-me totalmente lógico que se pague muito pouco aos professores que se encarregam de formar as gerações futuras.
30 - Eu aceito que as multinacionais não apliquem as conquistas sociais do ocidente nos países desfavorecidos. Apoio que haja crianças trabalhando, para que os produtos que compro tenham o preço mais baixo possível.
31 - aceito que os mais velhos sejam considerados um estorvo e não sejam nunca o nosso modelo, porque como civilização mais avançada do planeta (e do universo, já que é impossível que existam mais) sabemos que a experiência não tem nenhum valor.
32 - Eu aceito a concorrência como base do nosso sistema, mesmo quando estou ciente de que este funcionamento engendra frustração e cólera para a maioria.Substituir a concorrência pela colaboração seria um erro.
33 - Eu aceito usar o que tenho de mais valioso, o meu tempo, para fazer um trabalho que não gosto, para poder comprar muitas coisas para evadir-me desta vida tão vazia que levo.
34 - aceito a destruição dos bosques e o desaparecimento de espécies naturais. Parece-me lógico contaminar e dispersar pelo ar venenos químicos, assim como enterrar resíduos radioativos que não estariam a salvo de um grande terremoto.
35 - Embora a nossa história esteja cheia de conspirações políticas e políticos ambiciosos, eu aceito que agora tudo mudou e que os nossos dirigentes só buscam o nosso bem. As organizações secretas de políticos e grandes magnatas como o club Bilderberg, a Trilateral ou o Comitê dos 300 não existem e ninguém está tentando estabelecer um governo mundial através dos organismos internacionais.
36 - Eu aceito que o sistema atual é o melhor possível. Já passou a época dos grandes ideais.
No mundo devem mandar as pessoas sensatas e realistas que procuram manter o sistema.Tenho medo de que as coisas mudem porque os sonhadores só trazem problemas e instabilidade.
37 - Eu aceito esta situação e admito que nem eu, nem ninguém pode fazer nada para mudá-la.
38 - Eu aceito não fazer perguntas, fechar os olhos a isto e não opor-me a nada, porque estou suficientemente ocupado com os meus próprios problemas.Aceito também defender este contrato com a minha vida, porque tenho medo da mudança.
39 - aceito ser uma peça de um sistema, adaptar-me a ele e ensinar os meus filhos a adaptarem-se a ele.A minha prioridade é manter-me no sistema e nunca me questionarei se me permite ou não ser feliz.
Estarás a pensar que são temas demasiado grandes e que não podes fazer nada…porém realmente temos todo o poder porque somos nós que estamos mantendo este sistema.
Neste mundo movido pelo dinheiro, cada gasto que fazes é um voto para manter o sistema ou mudá-lo.
Para cada um dos problemas expostos há iniciativas em curso.Sem ter que mudar de vida, podemos reorientar os nossos gastos para as iniciativas que corrigem estes problemas.
Antes ou depois, a mudança é inevitável. Só podemos escolher entre fazê-lo já e não sofrer ou fazê-lo mais tarde sofrendo."
Fonte: Desconhecida

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Divinas Mães



Minha reverência, a Todas as Mães, de todas as tradições espirituais, e a todas as mães humanas que se divinizam em amor por tod@s filh@s.

Honro à Gaia que grávida de si mesma nos renasce! Mãe da Nova Terra e de tod@s nós!

Nossa Querida Mãe!

Minha sincera homenagem à Mãe Maria neste momento de unificação em amor e verdade.

Minhas mães humanas que de mim cuidaram com desvelo e amor. Minha avó, minhas tias, minha querida madrasta. Minha mãe biológica que possibilitou estar neste momento tão importante em minha trajetória eterna!

A todas minha imensurável gratidão!

Fiz este vídeo em homenagem e reverência às Mães Divinas de todas as tradições religiosas, mas encontrei problemas para incorporá-lo ao post. no entanto, pode assisti-lo aqui

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Verdade



Estamos vivendo uma era em que a mentira, e a dissimulação manipulativa perde terreno para o real.
Ainda que o real seja subjetivo e muitas vezes também uma dissimulação da ilusão.
Para mim, a verdade e o real estão, intrinsecamente, ligados ao amor.
O amor em todas as suas expressões!
Viver a família e a relação da diversidade humana é um ato de amor. Amor por si, amor pela verdade. Aqui não está implícito nenhum julgamento por quem prefere, seja por que motivo for, viver uma vida dupla.
A novela Viver a Vida, que não assisto, apresenta ao final dos capítulos um depoimento de pessoas que tiveram que ultrapassar o preconceito e as dificuldades em suas vidas. São depoimentos tocantes e servem para nos descortinar tantas vidas onde a palavra "impossível" não se estabeleceu.
Vi este belo e verdadeiro depoimento de Oswaldo Braga, um cidadão comum e singular por sua beleza  amorosa e por sua trajetória tão semelhante a tantas, inclusive à minha.
Compartilho com vocês.
E sugiro que passem pelo seu blog, seus posts são muito bons, inteligentes, sensíveis, desatrelados do revanchismo e da vitimização. 

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Pedofilia X Predador Sexual

Há algum tempo que estou com uma questão em minha mente.
Será a pedofilia uma doença (no conceito físico-químico) ou um distúrbio psíquico, uma “desordem mental e de personalidade , um desvio sexual”, como a OMS define?
Fiquei um pouco estupefata com a ignorância e o preconceito formado pela moralidade religiosa, social e midiática.
Quanta desinformação! Quanta baboseira para imputar no que não se conhece uma imensa carga emocional.
Então vamos sair um pouco da matriz e do condicionamento, o sistema adora nos manter encurralados em pequenas visões, pois assim ele nos manipula e nos aprisiona.
A medicina define e percebe a pedofilia como uma doença. E se caracteriza por fantasias, atividade ou práticas sexuais envolvendo um adulto e crianças com menos de 14 anos. O portador de pedofilia excita-se sexualmente com crianças e adolescentes. Porem isto não significa que um pedófilo cometa um ato sexual em si. Ou seja, um pedófilo, não comete, necessariamente, um ato criminoso, tampouco utiliza-se do comercio cruel das aberrações dos predadores sexuais.
Sim, porque há uma diferença entre ser portador da doença pedofilia e ser um predador sexual.
Um predador é um psicopata, um indivíduo a quem só interessa seu prazer, incluso o prazer sádico. Muitos estupradores nem são pedófilos, mas fazem a prática com pessoas vulneráveis, como crianças e mulheres, apenas pelo prazer sádico e desestruturado.
Se você tem interesse em saber sobre esta doença chamada pedofilia e, assim, ter um olhar mais abrangente sobre o assunto sem se deixar levar pelo moralismo, preconceito e estereótipos impostos pela mídia e aceitos por nós sem questionamentos, sugiro estes links:
1 - aqui
2 - aqui
3 - aqui
4 - aqui
5 - aqui
E só um lembrete quanto aos estereótipos, preconceitos e estigmas sociais: A homossexualidade, até algumas décadas atrás, era considerada doença e “desvio sexual”. Foram necessárias muitas lutas, muitos esclarecimentos e muito trabalho científico, assim como, médico para desestigmatizar uma orientação sexual.
Sempre éramos vist@s como aberrações e predador@s sexuais.
Aliás, estereótipos e preconceito estes, que, ainda estão em ação pelos homofóbicos e pela igreja quando o Cardeal Bertone afirma:
“Muitos psicólogos, muitos psiquiatras, demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros comprovaram, e me disseram recentemente, que há relação entre a homossexualidade e a pedofilia. Isto é verdade, este é o problema"
Que forma hipócrita de tirar o seu da reta!
Estudos e pesquisas apontam exatamente o contrário desta declaração facciosa e abjeta sobre abusos sexuais em crianças, uma delas você pode encontrar aqui.
Sugiro, também, este ótimo artigo no portal do Ministério da Educação.
Jung nos mostra, através de seus estudos, experimentos e teorias baseadas na vivência terapêutica que nós somos constituídos de muitos aspectos. Aspectos muitas vezes negados, escondidos e odiados, que dificilmente são conscientes. Mas nos dá uma dica: aquilo que mais rejeitamos em alguém é porque reflete o que rejeitamos em nós mesm@s! A isto ele denomina sombra. Somos movid@s mais pelo nosso inconsciente do que pelo nosso consciente. E alem disso, recebemos os arquétipos (energias enviadas pela coletividade) do inconsciente coletivo ( a sombra coletiva).
Vamos refletir um pouco sobre tudo isso?
Ou vamos continuar a apontar, julgar, acusar e manter o mundo separado em bonzinhos e mauzinhos?
Há muito mais responsabilidade pessoal nisso do que imaginamos!
Somos maniqueístas ou vamos exercer nosso velho e bom discernimento transcendendo a matriz do sistema?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Meu Amor, Meu Carinho e Minha Solidariedade Ao Meu Povo Carioca e Fluminense


O Rio de Janeiro está entristecido


Choramos solidári@s à cidade maravilhosa, ao povo Carioca e Fluminense


Sem Palavras!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Desconstruções & Paradigmas

Os dicionários e wikipédias da vida, em resumo, definem educação como o processo de ensinar e aprender. Percebo que em quase todas as sociedades, países, culturas, etc., esta tem sido a definição básica para o que chamamos educação.
Por 18 anos participei, ativamente, de umas das vertentes deste processo com publicações de livros para crianças. Porem, minha experiência transcende o profissional, como mãe de três filhos.
Curioso que, os mais sábios que por aqui passaram, entre eles Sócrates e Platão, não compactuaram com este “processo” e tampouco o utilizaram ou mesmo o recomendaram.
Ou seja, de acordo com a “muderna” maneira de educar, é pressuposto que alguém (o que ensina) saiba mais do que aquele que aprende.
Então, a educação torna-se um processo vertical que geralmente é de “cima” para “baixo”.
É mais ou menos como um passar de informação. Alguém informa outro alguém de alguma coisa.
Mas, isto tudo, recheado de inúmeras teorias, de imensas complexidades.
Alguns são até muito bons na teoria, mas a pratica torna-se um desastre. Usam-se termos incríveis para definir o óbvio ou para complicar o simples. São palavras que por si só brilham para obscurecer o conteúdo simplório e equivocado.
Em detrimento de alguns teóricos, como Rogers, colocarem as questões de forma mais profunda caem, contudo, num vazio horripilante. Ele (Rogers) pressupõe que o professor dirija o estudante às suas próprias experiências, para que, a partir delas, o aluno se autodirija.
Ora, ai está! Há milênios Sócrates fazia exatamente isto!
E o que vejo como resultado, é que, incluso as mães (eu estou nesse meio) fazem do processo educativo o absoluto inverso daquilo que seria...direi...mais democrático ou menos tirano.
Uops...tirano?
Ué, tirania tem a ver com isso tudo, gente!
Então, os pais procuram enfiar goela abaixo de seus filhos o que aprenderam, como percebem o mundo e as coisas todas que fazem parte da sua própria vida, repetindo com os seus filhos, exatamente, aquilo que seus pais fizeram com eles.
Ahhh sim, com uma mudançazinha aqui e outro confeitinho ali, mas enfiando goela abaixo dos filhos as teorias e comportamentos que supõem adequados tal qual eles vivem, vêm e acreditam.
Esquecem-se que o outro é um ser diferente, singular e com direito à soberania em suas vidas.
Urgindo sempre que os filhos utilizem suas (dos pais) experiências de vida, como se o processo de aprendizagem e vivência pudesse ser assim transferido, absorvido e aceito pelos filhos como uma verdade e ponto final!
Alem disso, usam o processo educativo como um meio de passar apenas a informação. Mais ou menos assim: “eu falo e você ouve”; “eu digo e você tome como verdade”; “eu mostro e você vê”, “caso contrário você é um rebelde, é um desmiolado”.
Está mais que na hora de se desconstruir esta tirania disfarçada em educação, sempre com o molho da frase gasta: “Eu tenho uma experiência e se faço isto é porque eu me preocupo com você, é por amor”.
Uopsss amor! Claro que nós, mães e pais, amamos nossos filhos! Nem por um momento coloco isso em causa. Tampouco para mim mesma. Pois acreditem, eu estou no mesmo barco! Mas somos tão condicionados, gente!
Ou por outro lado, existem aqueles pais e mães que simplesmente são permissivos, pois é mais cômodo, e criam uma realidade caótica e desrespeitosa, invasiva e egocêntrica para si e seus filhos. Os “deseducadinhos”, os que tudo podem e tudo querem, saem pelo mundo achando-se donos dele.
Então assim construímos as realidades que nos cercam!
A gente bem que tenta ser mais liberal, mais aberta, mais tudo mas, desde que nossos filhos façam e percebam o que dizemos e mostramos.
E muitas vezes, os impedimos de construírem sua própria trajetória e de viverem seu próprio descobrir.
Cada mãe ou pai deseja e trabalha para que seus filhos sejam felizes, realizados, amados. E, para tal, com arrogância, procura limpar os caminhos deles com as habilidades aprendidas ao longo de sua vida pessoal, mas não da vida deles. E assim não percebe que, a pedra que tirou do caminho deles, podia servir para que eles aprendessem mais tarde a ver as pedras e a evitá-las, ou retirarem-nas ou mesmo tropeçar nelas e ver que o joelho machucado pode ser um excelente professor.
A desconstrução destes condicionamentos educativos é dolorosa.
Aff! Eu que o diga!
A primeira coisa a fazer, é perceber que aquilo que, em nossos filhos, mais nos incomoda, mais nos irrita a ponto de gritar ou desesperar-se, é porque estamos vendo o que criamos!
Ahhh sim, somos os criadores desta realidade e, então, há que assumir a responsabilidade de tal criação!
E ao fazê-lo, nos deparamos com nós mesmas, nos olhamos, mas devemos nos olhar no sentido de querer ver, de querer de fato perceber o que, e como, criamos esta realidade que nossos filhos nos espelham!
E o que vemos? Nada agradável, um lado obscuro, feio, distorcido de si mesma.
Hummm! É preciso coragem!
E é preciso, pouco a pouco, ir se absolvendo de tal feito! De tal aspecto, com compaixão por si mesma, com acolhimento, com respeito e com amor próprio!
E, então, algo novo surge! Uma compreensão, uma vivência de si mesma. Uma auto percepção de que, assim como nossos filhos, nós somos muito mais do que imaginamos ser, muito mais vastas, acima dos condicionamentos, dos sistemas, dos limites, das crenças e livres, soberanas. Cada uma de nós é um ser único e singular, tal qual cada um de nossos filhos.
Nem por um segundo duvidem de que falo de mim mesma!
Mas, também falo de muitos pais e mães que vivem o equívoco de que educação é informação, regras e transferências de vivências.
Nós, pais e mães somos aqueles que, tão somente, possibilitamos estes seres incríveis e vastos de estarem neste mundo caminhando por suas próprias pernas.
Somos responsáveis por eles no processo educativo, enquanto são crianças, porem que o façamos, sempre, tendo claro que eles são indivíduos a parte de nós, de nossas crenças, de nossas vivências.
O caminho de uma mãe ou de um pai e seus filhos, é como o fio da navalha! E neste, só o amor incondicional é o calçado que impede o corte.
Quem me despertou para todo este auto conhecimento? Para esta incrível viagem? Uma menina de 24 anos que adentrou minha casa, com muito amor e muito respeito por mim, a me dizer coisas que só alguém com grande vastidão de vida pode falar. Só alguém que tendo percorrido dentro de si a grande viagem de volta a si mesma, só alguém com tal sabedoria pode falar.
Portanto, uma jovem de 24 anos a educar uma senhora de 63 anos!
Paradoxal não? Mas puxa! Que grande aventura paradoxal é a vida que criamos para nós mesmas!
Gratidão!