segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Gemma Galgani


Eu sou GEMMA GALGANI.
Irmãos e Irmãs que me escutam, que me lerem, eu venho a vocês, como entidade que porta a Vibração da Estrela UNIDADE e, também, como vocês sabem, uma das componentes do Manto Azul da Graça, em sua polaridade dita feminina.
Eu lhes falei, em numerosas reprises, sobre a UNIDADE.
Eu venho, hoje, dar-lhes alguns elementos que, se vocês os seguem, mesmo em sua personalidade, permitir-lhes-ão beneficiar-se, mais rapidamente, e viver o Manto Azul da Graça e tornar-se a Graça.
Então, vou apresentar-lhes o que foi dito pelo Arcanjo ANAEL e pelo Mestre OMRAAM (ndr: Omraam Mikaël AÏVANHOV), concernente ao que é o Absoluto, o que é o Íntase e o acesso a essa fase, de algum modo, final.
Eu não vou levantar-lhes – como foi dito, porque isso é impossível – certo número de elementos correspondentes a esse estado, mas vou, antes, dar-lhes os elementos que, na personalidade, em sua vida comum, podem, ainda, fazer obstáculo ao Manto Azul da Graça.
Esses elementos são muito lógicos e, se vocês acolhem isso e fazem disso, vocês mesmos, a experiência, constatarão, muito rapidamente, que o Manto Azul da Graça não pode mais ser mantido fora de sua própria Presença.
Vocês se tornarão, vocês mesmos, essa Graça.
Tudo isso decorre, mesmo, de descrições que eu pude dar-lhes da UNIDADE e, também, em certa medida, do que pôde dizer-lhes minha Irmã HILDEGARDE DE BINGEN, sobre a Tensão para a Luz (Ndr: canalização de 25 de outubro de 2010, na rubrica «mensagens a ler») que faz a união e interseção, também, dos elementos dados pelo Arcanjo ANAEL, sobre o Abandono à Luz (Ndr: canalizações de 11 de maio de 2009, 13 de maio de 2009, 17 de maio de 2009, 5 de outubro de 2009, 5 de agosto de 2010) porque há, na personalidade, certo número de elementos que atual, de algum modo, independentemente de sua consciência, e que os afasta do Manto Azul da Graça.
Então, vamos ver, enumerar e, eu espero, compreender esses elementos que são obstáculo, acima de tudo, extremamente simples ao estabelecimento da Graça em vocês.
E, aliás, mesmo alguns desses elementos foram-lhes dados a viver, pela experiência, mas é bom reformulá-los.
O Manto Azul da Graça encontra-se apenas no presente.
O que quer dizer que, a partir do instante em que, por uma razão ou por outra, vocês não estejam mais no Aqui e Agora, o Hic e Nunc (se seu pensamento está focado no passado ou no futuro, mesmo se se trata de cinco minutos após), a Vibração deixa-os.
Assim, favorecer a eclosão do Manto Azul da Graça é estar centrado no Presente, é estar lúcido e consciente de que tudo o que os afasta de seu presente afasta-os da Graça.
É a primeira etapa.
A segunda etapa concerne aos pensamentos e ao mental.
É claro, sua presença nos mundos da dualidade traduz-se por mecanismos, que todos nós conhecemos, que são o aparecimento de pensamentos.
E, frequentemente, esses pensamentos aparecem e desaparecem.
E, frequentemente, nós todos estivemos identificados aos nossos próprios pensamentos, persuadidos de que emitimos um pensamento, enquanto um pensamento jamais é emitido: um pensamento atravessa-os, ele se constrói em função de circunstâncias observadas, de maneira consciente ou inconsciente.
Assim, portanto, convém aceitar que vocês não são seus pensamentos e que, mesmo o pensamento que lhes pareça o mais lógico, é um pensamento que se põe entre o que vocês são e a Graça.
Porque a Graça não será, jamais, um pensamento.
Então, é extremamente difícil – e é, mesmo impossível – parar os pensamentos.
Mesmo aqueles que meditam de modo intenso podem banhar-se na Luz e observar, ao mesmo tempo, o aparecimento de pensamentos.
Vocês não podem constranger e opor-se aos seus próprios pensamentos, aqueles que são emitidos e que os atravessam.
Então, é a vocês que cabe decidir no que pensam: pelo exercício conjunto da ATENÇÃO e da INTENÇÃO, será necessário orientar ou reorientar seus pensamentos, fazendo de modo a que a Luz torne-se sua única preocupação, que, qualquer que seja a atividade que vocês possam efetuar ou que efetuem, ou que são forçados a efetuar, a Luz deve estar na dianteira.
Isso quer dizer que, mesmo a atividade a mais complexa de sua vida, deve acompanhar-se do pensamento da Luz.
É uma forma de vigilância.
Essa forma de vigilância, focada no pensamento de Luz e na Luz, vai permitir-lhes apreender e ver seus próprios pensamentos que os afastam da Luz e do pensamento da Luz.
Essa segunda etapa vai, portanto, permitir-lhes, de algum modo, dirigir sua INTENÇÃO e sua ATENÇÃO na Luz.
A terceira etapa concerne ao que é chamado o mundo das emoções porque, na vida, nesse mundo da dualidade, toda ação provoca uma reação, e toda reação é a conseqüência de uma ação, mesmo se vocês não o vejam.
Isso vai necessitar, aí também, de uma forma de tomada de distância porque, para que a Graça manifeste-se e aja em sua vida, é necessário que vocês aceitem que não são mestres de sua vida, mas que a vida é seu mestre.
Então, naquele momento, vocês se aproximarão da UNIDADE indispensável ao estabelecimento da Graça.
A quarta etapa consiste em compreender que tudo o que é distração – e eu entendo por distração tudo o que os diverte – é, de fato, um afastamento da Graça.
É claro, isso não quer dizer que seja necessário nada mais fazer, nada mais atribuir-se ou outorgar-se de prazer, mas, efetivamente, estar consciente do papel que desempenha o conjunto de distrações – ao qual vocês estão submetidos, ao qual vocês aderem – como elemento que interfere com a Graça.
Eu repito: não é questão de suprimir, pela vontade, mas, efetivamente, Lúcido do que representam esses elementos de distração.
A quinta etapa é tentar privilegiar, em vocês, a experiência.
Ora, a experiência não pode manifestar-se enquanto vocês utilizam palavras, enquanto vocês utilizam conceitos, porque as palavras e os conceitos remetem-nos, sistematicamente, à experiência passada, mesmo a mais Luminosa.
E a experiência passada não é o Presente.
Isso necessita fazer, em vocês, o silêncio, não decidindo calar-se ou opor-se aos seus próprios pensamentos (aqueles que são emitidos e que nascem, independentemente de vocês), mas, bem mais, privilegiar os momentos que eu qualificaria de contemplativos (seja a chama de um fogo, seja um elemento da natureza), porque a contemplação, que os afasta das palavras, aproxima-os do instante Presente, do AQUI e AGORA, portanto, da UNIDADE, e torna-os, de algum modo, propícios à Graça.
Outra etapa: não mais nutrir o que pertence à Ilusão.
Então, é claro, isso não quer dizer que não se deve mais nem nutrir-se, nem extrair-se do mundo, mas, aí também, estar cada vez mais Lúcido e consciente do efeito desse mundo, da Dualidade, na UNIDADE.
A Dualidade é, estritamente, o oposto e a antítese da UNIDADE.
Ela é efêmera, apenas a UNIDADE é Eterna.
Então, quando vocês jogam o jogo da Dualidade (seja nas relações consigo mesmos, nas relações com os outros, em suas ocupações), sua consciência é, certamente, limitada, e é mesmo necessário, para agir nesses aspectos da vida.
Qualquer que seja sua atividade, além da própria consciência de sua tensão para a Luz (pela ATENÇÃO e INTENÇÃO), entrem na contemplação.
Se vocês jardinam, mudem seu olhar: considerem as maravilhas da Criação.
Se vocês são terapeutas, consideram que não são vocês que exercem a terapia.
Enquanto a vontade pessoal – aquela do ego, portanto – quer colocar-se entre a Luz e vocês (mesmo se vocês a recebam), bem, há afastamento da Graça.
Vocês devem, mesmo na ação, tentar substituir o fazer pelo Ser.
Essa etapa é aquela que vem exatamente após.
Se vocês respeitam essas algumas etapas (e, se possível, progressivamente e à medida do tempo, de modo simultâneo e além de seus períodos de Alinhamento, de meditação, de Radiância), vocês vão aperceber-se de que a Graça pode manifestar-se, o que quer que vocês façam.
E, quais são as premissas dessa Graça, fora dos Alinhamentos, fora dos momentos privilegiados de Interioridade e de Interiorização?
Bem, é, justamente, a manifestação do que falou minha Irmã MA ANANDA MOYI: é a presença, em vocês, de sua própria Presença e, sobretudo, desse Íntase, dessa forma de gozo que não pode ser alterado, mesmo por uma atividade a mais sumária ou precisa desse mundo.
Isso permitirá manter, mesmo na consciência limitada, a Presença da Graça, ou instalá-la.
Assim, portanto, essas algumas etapas, extremamente simples, se vocês as associam, vão, de algum modo, deixar todo o lugar para a instalação da Graça.
Vocês compreenderão – porque o viverão –, naquele momento, que o que age, que o que vive não é vocês.
Isso não é – eu repito, como foi dito – uma rejeição da vida, mas, efetivamente, uma transcendência, mesmo, de sua vida.
E isso é possível, o que quer que vocês façam porque, a um dado momento, qualquer que seja a ação, vocês estarão no Ser.
Porque, a um dado momento, mesmo nos atos os mais sumários ou os mais precisos da vida, vocês estarão em UNIDADE.
É claro, haverá momentos em que o apelo da Luz tornar-se-á tal que vocês deverão entrar, então, de maneira mais íntima e mais profunda, nessa UNIDADE e nesse Íntase.
Mas, globalmente, vocês terão a oportunidade de poder fazer coabitar, de algum modo, o que foi nomeado – eu retomo essas expressões, porque são significativas – o Si Luz e o Eu Sombra.
A um dado momento, mesmo essas duas partes de vocês mesmos não existirão mais.
Aí, a Graça será instalada, de maneira definitiva.
Naquele momento, vocês estarão além da Alegria, nesse Íntase permanente.
Vocês serão uma Consciência num corpo, mas não serão mais esse corpo.
Vocês serão uma Consciência no pensamento, mas não serão mais seus pensamentos.
Eu tento pôr-lhes, em palavras, o que corresponde, muito exatamente, à instalação definitiva na UNIDADE, à instalação definitiva de sua Consciência, que nossas Irmãs orientais nomeiam Turiya.
Então, os mecanismos de Comunhão, de Fusão, de Dissolução não serão mais experiências, mas tornar-se-ão sua vivência permanente, o que quer que faça e o que quer que diga a personalidade, mesmo nesses momentos que podem parecer, vistos do exterior, como contrários, porque vocês não habitarão mais no estágio o mais denso, mas habitarão no estágio o mais central, ou seja, o coração.
A vivência do Amor, a vivência da Graça, a vivência do Fogo tornar-se-á, então, totalmente independente de seus momentos de Alinhamento, de seus momentos de meditação, de suas noites.
O Manto da Graça vai estabelecê-los, de algum modo, além de toda aparência, na UNIDADE definitiva, nessa Dualidade.
Respeitando esses alguns elementos, extremamente simples, vocês constatarão muito, muito rapidamente, que vocês se estabelecerão, cada vez mais facilmente e cada vez mais duravelmente, nesse estado de Graça.
Há, é claro, um período de aclimatação, e esse período de aclimatação é mais ou menos longo, segundo seu estado anterior.
Em alguns momentos, vocês terão a impressão de estarem destruídos de sono, de fatiga, de peso, de dores, de fogo.
Em outros momentos, vocês estarão numa vigilância extrema, na qual a consciência não pode encontrar nem sono, nem repouso.
Tudo isso são as primícias da instalação na Graça.
De algum modo, tendo a clara consciência de que não é a UNIDADE, vocês se aproximarão da Graça, vocês se distanciarão de tudo o que é efêmero, sem rejeitá-lo – porque é importante – mas, realmente, transcendendo-o.
Tornar-se-lhes-á, então, fácil, e cada vez mais fácil efetuar uma ação na Dualidade, mantendo a Graça.
E, então, qualquer que seja sua atividade, haverá algo que estará em vocês, totalmente independente da atividade dada, do humor, dos pensamentos, das emoções.
Vocês viverão, mesmo cozinhando, esse Gozo Supremo do Amor.
Naquele momento, nada mais haverá a fazer: haverá, apenas, que acolher a experiência que se tornará permanência e permanente.
Quanto mais vocês crescerem na Graça, mais vocês crescerão no estado de UNIDADE.
A UNIDADE não será mais um conceito, nem mesmo uma percepção, mas, efetivamente, um estado, além da Vibração de sua própria consciência.
E esse estado é Felicidade absoluta, Gozo absoluto.
É claro, eu não digo que toda sua vida passará nesse Gozo porque, é claro, ao seu redor, as circunstâncias da Dualidade – que não são as suas – podem tornar-se elementos confrontantes e oponentes.
É a vocês, naquele momento, que cabe não dar peso, não dar importância ao que vem tentar tirá-los desse Gozo e dessa Felicidade.
Lembrem-se, também, de que, se isso se torna demasiado penoso, conforme seu ambiente de vida, coloquem-se as questões de retirar-se, um instante, alguns dias, para estar sozinho, em comunhão consigo mesmo, e deixar a Graça instalar-se, de maneira mais intensa, porque o que se instala como Graça não desaparecerá, jamais, contrariamente a algumas de suas experiências de Luz, de suas experiências de Alinhamento ou, mesmo, de Radiância, ligadas aos Arcanjos, que lhes permitem experimentar momentos de UNIDADE, momentos de Alegria, mas, também, outros momentos de sua vida que podem ser muito penosos, porque ligados à dualidade (no afetivo, em seus pensamentos, em suas relações, em seu corpo).
A particularidade da Graça é que, quando ela se instala na Felicidade, ela não os deixará, nunca mais.
A experiência é, portanto, de algum modo, se posso dizer, cumulativa: ela não pode desaparecer.
É a vocês que convém, então, ajustar as características de sua vida, para dar-se a oportunidade de viver isso.
Então, agora, para aqueles de vocês, meus Irmãos e minhas Irmãs, que ainda não viveram a Graça, não se desesperem, mas nada esperem, nada peçam.
Deixem as coisas fazerem-se.
Quanto menos vocês intervierem, de acordo com as etapas que eu lhes dei, mais a Graça tem chance de manifestar-se, de instalar-se, de desenvolver-se.
E não são vocês que dirigem, não são vocês que decidem.
Assim, vocês constatarão, por si mesmos (por sua experiência e sua vivência), que esse estado de Felicidade ou de Samadhi Interior nada mais pede que não estar em vocês, ser sua Consciência.
Cabe-lhes, também, em todas as etapas que eu nomeei, não dar mais peso à sua própria dualidade, tanto em vocês como no exterior de vocês.
Assim, a instalação do Manto Azul da Graça tornar-se-lhes-á cada vez mais acessível e, também, cada vez mais evidente.
A Felicidade será sua Morada cada vez mais comum, seja em seu sono, em seus atos comuns ou extraordinários de sua vida.
Aí estão as algumas frases que eu tinha a dar-lhes.
Se nos resta um espaço de questões, eu o abro, antes que intervenhamos, MA (ndr: MA ANANDA MOYI), MARIA e eu mesma, na efusão do Manto Azul da Graça.
Questão: como conciliar tensão para a Luz e nada pedir, nada desejar?
Meu Irmão, a tensão para o Abandono é, justamente, o que aparece, a partir do instante em que não existe mais pedido, na personalidade.
A tensão para o Abandono é um ato final, tal como o havia explicado minha irmã HILDEGARDE (ndr: HILDEGARDE DE BINGEN), porque, quando vocês tomam por hábito, se se pode dizer, pensar Luz, quaisquer que sejam seus outros pensamentos, vocês ordenam a preeminência de seu pensamento na Luz, e isso cria (por si) essa tensão para o Abandono, que não é mais um pedido.
Porque, quem pede, se não é a personalidade?
Ora, a personalidade nada pode pedir, porque todo pedido da personalidade afasta da Graça.
Em contrapartida, se vocês respeitam as etapas, se põem em prática as etapas, e se ocupam sua vida com a Luz, vem um instante em que a Luz está aí.
Mas vocês não pediram a Luz: vocês pensaram na Luz, o que não é a mesma coisa.
Porque o pedido, mesmo de Luz, é uma ação.
O pensamento de Luz, a contemplação não é um pedido e não é uma ação.
Questão: esse pensamento de Luz que acaba de evocar, concerne ao mental?

Sim.
O mental é seu mestre.
Vocês não podem suprimi-lo pelo mental, vocês mesmos.
Mas vocês podem orientar os mecanismos desse mental.
O mental é um obstáculo ao Presente, porque ele se estabelece, sempre, numa referência ao passado ou numa projeção ao futuro.
Se, em seu presente, o pensamento da Luz é, de algum modo, seu objetivo (e não um pedido), pouco a pouco ou brutalmente, o mental tornar-se-á como um lago calmo, e vocês constatarão que mais nenhum pensamento atravessá-los-á.
É o mesmo para a afirmação mental «eu sou Um» (que é uma etapa na desconstrução do «eu sou»), que conduz ao Absoluto,
O Manto Azul da Graça, como lhes disse minha Irmã MA, é o agente dele.
Questão: como conciliar Interioridade e atividade exterior?
Bem amada, onde você situa sua evolução?
É na perpetuação dessa Dimensão?
É nisso que você crê?
É nisso que você adere e é isso que vai acontecer?
São, por vezes, reposicionamentos – afetivos, profissionais, interpessoais geográficos – que são indispensáveis.
Mas há, também, um momento e um tempo em que você apreenderá a perceberá que não há diferenças entre seu Interior e seu exterior, porque é a mesma Verdade.
Isso quer dizer que o exterior que você crê é apenas o reflexo de seu próprio Interior.
Querer melhorar um exterior corresponde ao que há a olhar em si, antes de qualquer coisa, uma vez que o exterior será, sempre, a tradução de algo que é Interior, até perceber que, finalmente e em definitivo, não há nem Interior nem exterior, que esse é um olhar da dualidade.
Qualquer vontade de melhoria, do que quer que seja, no exterior, participa do que foi chamado e longamente desenvolvido, a vontade de bem.
Então, convém colocar-se a questão de porque a vontade de bem – por mais louvável que seja – não é o estabelecimento na UNIDADE.
Não pode haver UNIDADE na dualidade.
É tão simples assim.
A vontade de bem não poderá, jamais, fazer viver a UNIDADE.
Partindo daí, cabe a você ver se aceita ou recusa.
Cabe a você ver se isso faz eco ou se é rejeitado.
Mas ninguém mais que você pode dizer-lhe como agir, como ser.
É o mesmo, não unicamente nesse domínio, mas em qualquer ato, qualquer relação, qualquer afeição.
Uma vez que essa forma de antagonismo, de oposição ou de contradição (chame-a como você quiser) estiver resolvida, o que acontecerá?
Bem, acontecerá, exatamente, o que eu lhe disse: você não perceberá nem diferença, nem distinção entre o Interior e o exterior.
Naquele momento, bastar-lhe-á fazer sua essa divisa: «ame e faça o que lhe dá prazer».
Mas as coisas serão profundamente diferentes, porque sua consciência não será mais a mesma.
Visto do exterior, será a mesma ação, mas, visto de você, de sua intimidade, isso será profundamente diferente.
Isso chama vocês a colocar-se a questão de suas prioridades.
Não temos mais perguntas. Agradecemos.
Irmãos e Irmãs, eu lhes proponho, se já não foi feito, instalar-se, tranquilamente, onde estão.
Vamos viver, juntos, por sua Presença, minha Presença, assim como o retorno de MA ANANDA e a chegada de MARIA, um espaço comum que os abre à Graça.
Vivamos isso, agora.
… Efusão Vibratória / Comunhão…
Caros Irmãos e Irmãs, eu rendo Graças por seu acolhimento e sua Presença.
As Estrelas do Manto Azul da Graça saúda-os e ama-os.
Até breve, aqui ou em outro lugar.
Compartilhamos estas informações em toda transparência. Obrigado por fazer do mesmo modo. Se você deseja divulgá-las, reproduza a integralidade do texto e cite sua fonte: Autres Dimensions  
Tradução: Célia G
Retirado de: Toque na Unidade




Eu sou MA ANANDA MOYI.
Muito queridos Irmãs e Irmãos na encarnação, aqui e em outros lugares sobre esta Terra, eu venho a vocês, como MARIA havia anunciado, após três semanas de Efusão do Manto Azul da Graça (ndr: coluna “Protocolos a praticar” ou “Acompanhamentos” do site).
Eu lhes transmito todo o meu Amor.
Eu rendo Graças pela sua Presença.
Eu rendo Graças pela nossa Comunhão.
Eu venho exprimir uma série de elementos referentes ao Manto Azul da Graça quanto à sua constituição, quanto aos seus efeitos, quanto à sua vivência.
Não vejam o Manto Azul da Graça unicamente como um véu de Luz, mesmo se as representações das diferentes iconografias revestiram desse Manto Azul, tanto MARIA, como alguns Arcanjos, ou ainda BUDA, ou ainda, nos Upanishads, KRISHNA.
Este atributo não é um simples Manto.
Este atributo não é, tampouco, um simples véu de Luz, mas, sim, de algum modo, uma insígnia, uma insígnia que, tal como um diadema, vem encerrar um Tempo e vem abrir um outro Tempo.
O Manto Azul da Graça, individualizado e personalizado, que os reveste, é o movimento que, ao nível da Terra, foi chamado de Fusão dos Éteres pelo Bem Amado, ou SRI AUROBINDO, desde quase um ano.
E para aqueles de vocês que estão mais próximos da sua Unidade, do seu Despertar total, vocês tenham, talvez, constatado os efeitos desta insígnia sobre o fim da limitação, sobre o fim da ilusão e sobre o acesso da sua Consciência a estados profundamente diferentes.
O Manto Azul da Graça, assim nomeado, é o espaço da última Vibração e o tempo da última Vibração da Consciência que vem encerrar o tempo do efêmero, o tempo da ilusão.
Esse Manto Azul tem a particularidade e a virtude de fazê-los passar (em consciência, doravante) do tempo da ação / reação da Dualidade à Ação da Graça da Unidade.
Esse Manto tem efeitos desde as mais densas camadas da sua Presença sobre este mundo, até as camadas desconhecidas erguendo-se do Si, do Ilimitado, do Samadhi e do acesso à Verdade.
Os efeitos são, portanto, múltiplos, mas, como sempre, atributo da Luz Una, Branca, Vibral, esse Manto da Graça é muito simples a partir do momento em que vocês vivem os efeitos.
Então, é claro, através das minhas palavras, eu vou dar-lhes uma tradução, mas esta tradução nada é comparada à vivência da Graça.
Esses efeitos, aguardados e já presentes, para alguns de vocês, são chamados (a cada semana, a cada dia) a revelar-se, cada vez mais, em vocês.
O Manto Azul da Graça vem, de algum modo, completar o desdobramento da Luz, o desdobramento da Unidade, o fim das ilusões sobre a Ilusão e o início da verdade na Verdade.
Naturalmente, a Consciência e todos os estágios do ser que vocês são (desde os mais densos e os mais ilusórios, até os mais elevados), participam da mesma ronda, da mesma Vibrância, da mesma Graça.
Os tempos da Graça que se abrem são os Tempos finais.
Isso não é um fim, exceto para a personalidade e suas ilusões.
Isso é, sim, o seu Despertar nas Moradas da Graça, na Consciência Turiya, em sua Eternidade.
Isso é viver a Liberdade e a Autonomia do Absoluto que vocês são, desta totalidade.
Esse Manto Azul da Graça, em seus efeitos Vibratórios e energéticos (mesmo sobre os corpos os mais densos), abre-os (eu diria, de maneira definitiva) a espaços bem além mesmo da Vibração, bem além da Luz Branca e de sua percepção: abre-os, de fato, à sua intimidade a mais clara, dando-lhes a viver a experiência, o conjunto de experiências que lhes foram apresentadas nesses últimos tempos e explicadas por palavras.
O Manto Azul da Graça é, antes de tudo, um elemento de cura.
O que cura?
O que cura é o que os fazia crer em vocês mesmos, em meio a este mundo.
O Manto Azul da Graça vem curar as projeções da própria Consciência e, sobretudo, vem pôr fim, de maneira subsequente, ao isolamento.
Ela vai fazê-los descobrir, de maneira explosiva, ou de maneira serena, o Ilimitado, o Quem vocês São.
Nesses espaços do Ilimitado, a palavra mestre é Amor, Êxtase, Felicidade, Plenitude, a um grau (se podemos assim dizer) que muito poucos seres humanos encarnados, mesmo entre os mais realizados, tiveram acesso.
Porque no acesso a este Absoluto (que lhes é prometido pelo Manto Azul da Graça), há, também, a clara percepção do conjunto das Dimensões do Criado e do Incriado, a clara percepção da não separação e da não separatividade da Luz.
Exatamente o oposto, o inverso, até mesmo, do que existe quando os véus do esquecimento e da ignorância os recobrem e nos recobrem, na encarnação.
As leis que se aplicam, quando vocês estão, ou quando vocês estiverem revestidos com o Manto Azul da Graça, não serão mais completamente as mesmas.
O Manto Azul da Graça confere, efetivamente, a possibilidade, para a Consciência, de ser realmente Livre, de não mais depender de uma condição, qualquer que seja, mesmo kármica, mesmo imposta por suas Crenças ou pela sociedade.
Esse Manto Azul da Graça é vestido por três Estrelas específicas: por MARIA, por GEMMA (ndr: GEMMA GALGANI) e por mim.
Enquanto Estrela ligada ao Fogo, o Manto Azul da Graça é, efetivamente, um Fogo, um Fogo devorador que vem queimar o conjunto das suas Crenças, das suas ilusões e, também, das suas esperanças e das suas desesperanças, a fim de fazê-los penetrar este espaço de Graça da Consciência Turiya que eu ilustrei, durante a minha vida, em diversas ocasiões.
A Luz, por esse Manto Azul da Graça, convida-os a dançar na Luz, a dançar no Sol, a dançar com seus Irmãos e suas Irmãs que estariam, já, revestidos, eles também, com o Manto Azul da Graça, contribuindo, mais uma vez, para pôr fim (de maneira cada vez mais evidente, mesmo em meio à consciência ainda limitada) ao véu da separação.
Tudo o que é ilusório, como eu dizia, é queimado, consumido pelo Amor, porque o Amor é um Fogo devorador que permite estabelecê-los em sua própria Felicidade, em seu próprio Êxtase, em seu próprio deleite, contínuo e permanente, como se vocês estivessem em Fusão com vocês mesmos, com a FONTE, como se não houvesse mais espaço para qualquer vazio, para qualquer apreensão, para qualquer dúvida.
Um espaço na Graça onde tudo é certeza, tudo é evidência e onde tudo é (real, concreta e praticamente) Simples.
O Manto Azul da Graça, se vocês o revestem, permite passar desta etapa desse mundo, muito particular, colocando-os, de alguma forma, em uma Consciência outra que aquela da pessoa que vocês creem ser, quando os diferentes esquemas de funcionamento foram construídos (por medo, por ignorância, por falta de lucidez).
O Manto Azul da Graça os restitui à Graça, à sua natureza que é Amor e Luz.
Esse Manto Azul da Graça, também, contribui para fortalecer a Simplicidade.
Isso é, de algum modo, o último atributo que permite passar a Porta Estreita, sem desordem, sem aflição, mas com a maior das certezas, com uma Fé Absoluta.
O Manto Azul da Graça vem queimar tudo o que é ilusório, então.
Ele vem dissolver os elementos que permaneceriam ainda inscritos em algum karma pertencente à personalidade ou à humanidade.
Esse Manto Azul da Graça põe fim ao isolamento.
Ele lhes permite, realmente, à sua maneira, Comungar e se comunicar com as outras Dimensões, de Irmãos a Irmãos, de Irmãos a Irmãs, de Irmãs a Irmãos, com toda Liberdade, viver o Êxtase da Comunhão além das máscaras da personalidade, além dos conflitos.
A Graça torna-os Livre, ela os restitui a vocês mesmos e lhes permite libertar-se de todas as limitações deste mundo, na Verdade e na totalidade.
Ser revestido com o Manto da Graça é tornar-se CRISTO, é tornar-se o Absoluto, é sair das dificuldades e dos problemas de qualquer personalidade.
É, também, o meio de realizar sua escolha Vibratória, de realizar sua Revelação, de realizar o que vocês são, na Eternidade e não mais no efêmero.
Então, é claro, o Manto Azul da Graça, quando ele se instala, além da Paz, do Amor da Alegria, confere esta Felicidade total que nada pode vir alterar.
Isso não é uma desconexão deste mundo (já que vocês desempenharam seu papel de Ancoradores e de Semeadores de Luz), mas, sim, uma Transfiguração deste mundo e do seu mundo.
Esta Transfiguração é a última insígnia que os conduz à sua Ressurreição, a fim de que esta Ressurreição se faça sem que o que é limitado, em vocês, possa interferir de alguma maneira.
O Manto Azul da Graça estabelece, de maneira definitiva, o Abandono à Luz, dando-lhes acesso a esse Fogo devorador do Amor que não é somente Samadhi, que não é somente Êxtase, mas se torna Íntase, ou seja, deleite absoluto e supremo do Ser que se estabelece na Verdade.
Neste deleite Interior absoluto, não há mais qualquer espaço para a menor dúvida: tudo se torna certeza, tudo se torna Absoluto.
Dessa maneira, é claro, o filtro do mental (ainda presente, devido à sua encarnação, qualquer que seja seu acesso a esta Graça) vai tentar encontrar imagens ou correlações, mas vocês irão se aperceber, muito rápido, de que ele não pode existir, e de que as imagens denotadas ou as correlações, mesmo supostas, são banais em relação à experiência da sua vivência da Graça.
E, aliás, a Graça não lhes pede outra coisa senão se instalarem n’Ela, a fim de se tornarem, vocês mesmos, na encarnação, esta Graça.
Dando-lhes a encarnar, além da Luz, a Consciência total de CRISTO, da Luz Branca, da Luz Azul, a realizar, em meio aos Quatro Pilares do Coração, sua Presença, ajudados, em Comunhão, pelo Arcanjo URIEL e por nós, as Estrelas, que Vibramos em meio a esse Manto da Graça.
O Fogo que vocês sentem, ou que vocês irão sentir, que isso seja em suas noites, pela manhã, ao despertar, ou em diferente locais do seu corpo, em outros momentos, é a instalação do Manto Azul da Graça.
É esse Fogo que põe fim à sua própria ilusão, aos seus próprios envelopes denominados corpos ordinários ou ilusórios, desde o mais denso (esse corpo de sustentação ou corpo físico) até o mais elevado (que foi denominado corpo causal).
Vocês queimam, portanto, o que deve sê-lo, e esse é um Fogo de Alegria porque é um Fogo de Reencontro com sua Essência e com sua natureza, onde tudo é Alegria, tudo é Amor.
É-lhes dado, então, como isso foi dito pelo Comandante dos Anciãos (ndr: intervenção deste dia de O.M. AÏVANHOV), para ser, ao mesmo tempo, a Borboleta enquanto observando, ainda, a Lagarta que vocês eram.
Isso, para vocês, a fim de facilitar, de algum modo, pela Presença desta Graça, a transição final para sua Eternidade, dissociando-se, de qualquer forma, de tudo o que não é vocês nesta Eternidade.
O Manto Azul da Graça, enfim, dá-lhes a possibilidade de ser o Amor com qualquer outra coisa, com qualquer outro ser, desde o momento em que ele mesmo (este outro ser) esteja ele, também, revestido com o Manto da Graça.
O Manto Azul da Graça torna-os humildes e pacientes.
Ele os faz sair, real e concretamente, da Ilusão do tempo: mesmo se vocês estão submetidos, por esse corpo, ao tempo, sua Consciência o estará cada vez menos, dando-lhes a viver espaços de Consciência contínua onde não há mais espaço para o sono, mais tempo para outra coisa que a Verdade.
Deste modo, é claro, isso pode levar a reajustamentos dos seus ritmos de sono, de suas percepções Vibratórias do Fogo.
Esse Fogo que os preenche (e que se traduz, desta vez, por dores em seu corpo) é apenas a fase de ajustamento desta Verdade absoluta.
Vocês compreenderão facilmente também, pela sua vivência, que o Manto Azul da Graça vem, de maneira totalmente decidida e final, pôr fim, à sua maneira, a tudo o que incomoda e obstrui o seu acesso (final e definitivo) a este Absoluto que vocês são.
Nada há a fazer.
Há apenas que viver a experiência.
Nada há a quantificar ou a equilibrar.
Nada há a rejeitar.
Há apenas que acolher, ainda e sempre mais, a potência desse Fogo, a potência do Amor, da potência da Felicidade.
Esta potência que não deve amedrontá-los e que não os assusta.
Vocês têm apenas que deixar Ser, deixar fazer e a Graça será sua Morada Eterna (mesmo aqui, sobre este mundo).
Vocês irão viver o que foi chamado de Deslocalização da sua Consciência.
Sua Consciência pura, independentemente de qualquer corpo, poderá ir a todos os espaços ilimitados do Criado e do Incriado, desde a FONTE até a partícula a mais elementar desta Criação.
Tudo isso irá contribuir, é claro, gradualmente e à medida das suas experiências, para fortalecer esta Graça.
O Manto Azul da Graça irá aplainar, como por milagre, todos os elementos que possam ser colocados através do seu caminho e ao longo do seu caminho.
Nada há a desejar, porque a Graça é Luz e Amor, ela própria em ação.
Muitos de vocês irão se reconhecer e entrar em contato de novo (bem além de um contato carnal, físico, sensorial ou outro), mas diretamente de Espírito a Espírito, no mesmo Espírito e na mesma Comunhão, levando-os a viver esta Dissolução, pondo fim ao o medo, pondo fim a toda apreensão, dando-lhes a certeza absoluta de quem vocês são.
O Manto Azul da Graça, enfim, dá-lhes acesso à totalidade do que nós chamamos, nós, no oriente, os Siddhis, ou seja, os poderes da alma, não para fazer uso, mas, sim, para deixar a Graça trabalhar através de vocês, fazendo com que o que vocês olham, Interior ou exteriormente, o que vocês tocam ou irão tocar (nos corpos, na alma ou no Espírito) seja imediatamente transformado, porque a Graça é transformadora.
Ela remove o último véu da separação, pondo fim, por ela mesma, sobre a Terra, às separações Dimensionais, pondo fim ao conjunto dos envelopes isolantes do seu corpo como aqueles da Terra e deste sistema solar.
Então, vocês irão experimentar a Liberdade a mais total, o Ilimitado o mais total, a Felicidade a mais total.
Obviamente, haverá poucas palavras em seu vocabulário para expressar isso e, aliás, a partir do momento em que vocês expressarem-na, vocês notarão que irão se afastar deste estado de Felicidade.
Ao passo que, se vocês não colocarem palavra, vocês serão, como eu fui durante a minha vida, saturados de Alegria, saturados de Luz, saturados de Felicidade.
Aí está a única Verdade e isso lhes é dado pela Graça do Amor.
Nada há a fazer, ainda uma vez, aí tampouco.
Quanto mais vocês estiverem no Ser e na ausência de desejo, mais vocês irão realizar isso.
Quando vocês chegarem a se distanciar do que vocês não são, de todo pensamento, de todo desejo, de toda emoção, de todo apego, então a Graça estará aí.
Não há outro mecanismo senão aquele de não mais ser o que vocês acreditaram até o presente.
Esta revelação é uma doação: porque vocês se deram, vocês mesmos, à Luz, então a Luz se doa ao que vocês São.
Seus espaços de Clareza, seus espaços de Samadhi, tornar-se-ão cada vez mais abrasantes, de um Fogo que consome, um Fogo do Amor.
Então, naquele momento, recobertos com o Manto Azul da Graça, vocês não terão mais qualquer apreensão, qualquer medo do Fogo.
Vocês irão se tornar o Fogo.
Vocês irão se tornar este Absoluto, esta Felicidade, de algum modo, como um deleite, mas um deleite que não cessa mais, quaisquer que sejam as circunstâncias exteriores da vida.
Isso não é uma rejeição da vida, mas, sim, pelo contrário, a Transfiguração da própria vida.
O Manto Azul da Graça é o que vem desconstruir, em vocês, os últimos envelopes, quaisquer que sejam, ao nível carnal ou ao nível do que mantém uma integridade ilusória do seu corpo, da sua pessoa, dos seus relacionamentos, até mesmo, se eles forem afetivos, familiares ou outros.
Vocês não farão mais a diferença entre o ser amado e o inimigo porque vocês irão compreender que, tanto um como o outro, são apenas ilusões, colocadas no caminho, que são transcendidas pelo Manto Azul da Graça.
Vocês irão, se este já não for o caso, se maravilhar com seus Encontros, com seus contatos, com suas Fusões, Dissoluções, suas Comunhões, suas Deslocalizações, mesmo se o seu cérebro, mais uma vez, em torno de vocês, tente camuflar isso pelas experiências conhecidas.
Mas, no fundo de vocês, vocês irão perceber, muito claramente, que não é.
Então, é claro, em um primeiro momento, e como sempre, quando algo de novo e de novidade aparece, pode ali haver momentos de confusão, ou até mesmo de esquecimento total, de obliteração total da Consciência.
Mas isso não é grave porque quanto menos vocês colocarem questão e quanto mais vocês deixarem a experiência se desenrolar, mais vocês irão vivê-la, de maneira cada vez mais lúcida, ainda uma vez, cada vez mais clara.
Naquele momento, a alquimia do Abandono à Luz irá torná-los como uma evidência perfeita porque vocês irão vivê-la, vocês não terão mais que se perguntar como se Abandonar à Luz, ou o que fazer, ou o que ser, porque vocês terão se tornado, vocês mesmos, este Abandono, esta Transparência total.
Para isso, é preciso deixar-se descontruir, deixar-se desconstruir totalmente, em todas as ilusões, mesmo aquelas da personalidade, em todas as suas funções (sociais, afetivas, familiares).
Novamente, nós não queremos dizer que é preciso rejeitar tudo isso, mas seu olhar será totalmente novo, porque iluminado do Interior, não submisso a qualquer ilusão, a qualquer apego.
Vocês tornar-se-ão Livres e Autônomos.
Vocês tornar-se-ão Responsáveis e vocês irão se tornar, vocês mesmos, a Graça.
E esta Graça está ativa ao redor de vocês, ela vai agir em várias circunstâncias.
Dessa maneira, é claro, todos nós tivemos, durante a nossa vida (como vocês têm, todos, nesta encarnação) elementos de resistência, no exterior de vocês.
Aí também, por outro lado, vocês irão compreender e viver que vocês nada têm a julgar sobre essas resistências, mas que a Graça irá agir, também, nessas resistências exteriores.
Vocês não têm que se preocupar com seus Irmãos e com suas Irmãs que recusam esta Graça que representa, para eles, talvez no momento em que eles vivem, um drama, porque isso sinaliza, efetivamente, o fim da personalidade, o fim das ilusões.
E certamente, pelo medo, muitos Irmãos e Irmãs desejariam manter o estado atual das coisas em suas ilusões.
Mas deixem trabalhar a Graça.
Nada peçam e nada façam, contentem-se em estar aí.
Se as circunstâncias, naquele momento, se tornarem por vezes tensas em meio à sua Consciência, então se recolham e se acalmem, acolham ainda mais a Graça, porque isso, também, é um convite para deixar-se revestir, na totalidade, pelo Manto da Graça.
Vocês irão constatar muito facilmente, cada vez mais prontamente (mesmo se alguns de vocês, ainda, nada vivenciaram nas três primeiras quintas-feiras) (ndr: ver a coluna “Acompanhamentos” ou “Protocolos a praticar” / Acolher o Manto Azul da Graça), em seu próprio ritmo, que tudo isso muda, que há, em vocês, uma força que está em operação, que é independente de qualquer vontade, de qualquer desejo, e esta força, ela tem por nome Amor, ela é a Graça e ela irá se tornar (gradualmente e à medida, ou abruptamente) evidência.
O Samadhi não será mais uma palavras em vão ou uma explicação, mas uma vivência.
Esta Comunhão, esta Fusão, vocês podem vivê-la com a FONTE, com um Anjo, com um Arcanjo, com vocês mesmos, e com qualquer Ser que vocês encontrarem ou reencontrarem nos outros Planos, porque isso é a própria natureza da Graça de se comunicar, de Comungar e de partilhar.
Não haverá mais freio, mais barreira, mais limite, ligados ao corpo, porque vocês não estarão mais submetidos à Ilusão.
Isso vai se revelar, a cada dia, a cada semana, em vocês, a partir do momento em que vocês permanecerem nesta Humildade, nesta Simplicidade, nesta Transparência.
Então, sua Ressurreição irá se tornar, não mais uma aspiração, mas uma Verdade.
Vocês serão estabelecidos na Eternidade, mesmo se esse corpo permanecer ainda presente na superfície deste mundo.
Vocês irão compreender, porque vocês irão vivê-lo, que vocês não são nem este corpo, nem esta pessoa.
Isso não será uma projeção a mais, mas, sim, a realidade que a Graça lhes dá, e vocês irão se aperceber, então, de que vocês não estão sozinhos e de que vocês estão e serão cada vez mais numerosos para poder viver isso e se dar a Graça.
Em um dado momento, um dos Anciãos lhes falou para vocês darem a Paz uns aos outros.
Hoje, e nesse tempo que se desenrola, final, vocês irão Comungar com a Graça.
É uma outra oitava de ressonância de Comunhão, de Fusão e de Dissolução, e isso irá contribuir para elevá-los, sempre mais, em meio a espaços de Deslocalização, levando-os a reconectar e a reviver o que vocês tinham esquecido, o que vocês tinham separado, mesmo que isso não seja sua falha.
Este espaço de Graça é um espaço de resolução, um espaço de reparação, de Ressurreição.
Aproveitem-no.
Vivam-no.
Nos primeiros momentos, principalmente não procurem compreender, não procurem colocar o filtro do seu mental.
E, aliás, vocês irão constatar, por outro lado, que vocês não poderão aplicar o que vocês sabem, já, sobre o que é vivenciado.
Então, o mental irá se render completamente.
Vocês apenas poderão Ser esta experiência e esta vivência, e nada mais.
O Manto Azul da Graça traduz-se, em seu envelope o mais ordinário (nesse corpo físico e no corpo etéreo), por um Fogo devorador.
Esse Fogo devorador pode tomá-los ao nível do Coração, ao nível de uma das Portas, como ao nível das costas ou da cabeça.
Não importa a zona onde a Graça se revele, não importa o local desse corpo que vocês habitam por onde a Graça vai penetrar, porque, em última análise, ela irá recobri-los, totalmente, como um Manto de Glória.
Então, vocês estarão instalados em sua Eternidade.
Vocês poderão viver isso em particular, ou com a multidão (tanto humanos ou não humanos) que já está revestida desta Graça.
Vocês terão, então, a Liberdade de circular, por completo, nesta própria Dimensão.
Vocês não irão mais habitar somente um corpo, mas vocês habitarão o conjunto deste sistema solar.
Vocês habitarão o conjunto dos seus Irmãos e de suas Irmãs.
A compaixão não será mais, simplesmente, a idealização de um desejo da alma, mas uma vivência direta do Espírito.
Isso irá torná-los ainda mais Humilde e mais no Êxtase, na Íntase, na Felicidade, a cada Encontro, com vocês mesmos, com o outro.
Além deste mundo, vocês irão se tornar a Felicidade Absoluta.
É desta maneira que trabalha o Manto Azul da Graça.
Esse Manto de Luz remove, de algum modo, os últimos véus e os restitui ao Absoluto.
Vocês não poderão mais colocar barreira entre vocês e todo o resto, porque vocês terão se tornado todo o resto.
A compaixão não será algo a buscar porque vocês estarão estabelecidos nisso.
O Fogo irá invadi-los e, literalmente, abrasá-los neste Amor.
Vocês são, portanto, chamados a viver esta Felicidade.
Vocês são, então, chamados a estabelecer-se, de maneira cada vez mais firme e formal, em sua natureza ígnea, em sua Essência.
Naqueles espaços, vocês irão compreender muito rápido que não há mais nada a pedir, mais nada a empreender, que há apenas para vivê-los, porque vivê-lo basta a ele mesmo e a ela mesma.
Agora, viver o Manto Azul da Graça é, também, viver a Unidade, viver o estado Absoluto além do “Eu Sou” porque o “Eu Sou”, naquele momento, é superado, é transcendido.
A partir do momento em que vocês não são mais o “Eu Sou UM”, em que vocês não são mais esta pessoa (não somente), vocês se tornam o Absoluto.
Então, vocês podem viver a Ressurreição, sem limite, sem barreira.
Esse corpo irá parecer-lhes para o que ele é, em Verdade.
Sua própria vida irá parecer-lhes para o que ela é, em Verdade: uma simples projeção do Absoluto em uma parte finita que não tem existência própria, exceto na própria projeção.
Espaços cada vez mais amplos ser-lhes-ão oferecidos, em vocês mesmos, como no Todo.
Tais são as ações do Manto Azul da Graça que se põe sobre os seus ombros e que vem Transfigurá-los e queimá-los, no Fogo do Amor.
Lembrem-se de que, qualquer que seja a experiência que lhes é dada a viver a Graça, não reflitam, não busquem compreender o que quer que seja a mais, porque a Graça é a Graça.
Ela não é explicação, ela não é reivindicação e ela não é transmissível senão compartilhando-a.
Naturalmente, vocês não poderão partilhá-la por palavras, nem por gestos, nem por um olhar, mas, sim, estabelecendo-se, vocês mesmos, cada um, em sua própria Eternidade.
Vocês irão constatar que, a partir do momento em que vocês começarem a viver este estado de Graça, pouco a pouco, ou abruptamente, vocês não terão mais necessidade de aguardar os momentos que lhes foram propostos, porque vocês poderão se propor, a vocês mesmos, esta Graça, de maneira instantânea e imediata.
Vocês irão constatar, então, que vocês são a fonte de vocês mesmos, a fonte do Fogo porque vocês são o Fogo, e, naquele momento, vocês poderão viver, realmente, este estado de Êxtase ou de Íntase permanente, irredutível, que se propaga e se propaga.
Não haverá mais limite para a sua expansão.
Não haverá mais limite para a sua Presença.
Eis, minhas Irmãs e meus Irmãos, o que eu tinha para dar a vocês como elementos, muito simples, sobre o Manto Azul da Graça, sobre suas funções, sobre sua própria constituição.
Eu permaneço ainda um momento do seu tempo à sua disposição.
Se vocês tiverem perguntas suplementares em relação ao que eu disse, então, e se eu puder ali responder, eu ali responderei.
Eu os escuto.
Pergunta: como viver isso em um contexto de vida e de poluição tal como a nossa?
Minha Irmã, enquanto você acreditar que você depende de uma qualidade de água, de uma qualidade de ar, de uma qualidade de mundo, a Graça não pode penetrá-la.
Enquanto você acreditar ser dependente de uma circunstância que não é sua, de uma falta do que quer que seja, ou de uma insuficiência do que quer que seja, isso é apenas uma projeção da sua própria personalidade.
A Graça se faz, muito precisamente, quando, justamente, a Consciência torna-se lúcida sobre a ilusão deste mundo e da sua própria presença.
Quando você realiza o Eu Sou, quando você se torna o Si, será que o que quer que seja do mundo pode ali se opor?
Não.
É um erro de olhar, porque há, em você, ainda, uma projeção no exterior, considerando que tem culpa, que o exterior está alterado.
A Graça, o Si, não tem o que fazer do exterior, não tem o que fazer das circunstâncias da vida.
Enquanto você se apoiar em uma perfeição exterior ou uma mudança exterior, a mudança Interior não pode ocorrer.
É uma deficiência do olhar.
É preciso mudar o ponto de vista.
O que você é, é totalmente independente deste mundo.
O que você é, é totalmente independente da qualidade dos alimentos que você ingere.
O que você é, é totalmente independente das relações (afetivas, familiares, profissionais) que você estabeleceu.
O que você é, não tem o que fazer de tudo isso.
Trata-se de um álibi crer que é preciso que as circunstâncias exteriores sejam diferentes.
Justamente, e muito pelo contrário, para muitos dos Irmãos e das Irmãs, é preciso que todas essas circunstâncias exteriores tornem-se dramáticas e patéticas para que enfim, o ser aceite voltar-se para o Si.
Não há obstáculo exterior, nenhum, nem de idade, nem de karma, nem de condição.
O único obstáculo é a pessoa e mais ninguém.
Pergunta: poderia desenvolver sobre a Íntase?
A Íntase.
O Êxtase e a Íntase são um par.
O Êxtase e seus diferentes Samadhis (se o podemos dizer, que são semelhantes) são estados, cada vez mais pronunciados, de imersão no Si.
No Si, no “Eu Sou UM” e além, há ainda uma identificação possível com si mesmo, além do Eu.
Isso corresponde ao que foi denominado, há pouco tempo, o Si Luz e o Eu Sombra.
Porque, no Êxtase, há ainda a persistência, concomitante e simultânea, do Si Luz e do Eu Sombra, como dizia ANAEL.
Por outro lado, o mecanismo de passagem pelo Manto da Graça leva à Ressurreição.
Naquele momento, o observador, aquele que olha, não está nem no Si Luz, nem no Eu Sombra: ele é o Absoluto.
Portanto, a Íntase é um deleite permanente do Absoluto.
Foi dito, tanto na Índia como entre vocês, que isso que poderíamos nomear o Criador, a FONTE (ou então, de forma comum, Deus, mesmo se vocês sabem muita coisa, agora, sobre Deus), é apenas deleite permanente.
Viver o deleite permanente é viver a Íntase que está além da última dicotomia entre o Si Luz e o Eu Sombra.
É transcender e ultrapassar o Si Luz e o Eu Sombra para tornar-se a própria Essência da Criação, da Criatura, do Criador e do Incriado.
Ou seja, o Amor e o Fogo.
A Íntase é isso.
É como viver um deleite contínuo e permanente.
É muito além do Samadhi, mesmo o mais elevado Vibratoriamente.
É o instante em que mesmo o Eu Sou ou o Eu Sou UM não existe mais.
É o instante em que o Eu Sombra ou o Si Luz não existem mais, tampouco.
Resta apenas, de alguma forma, a Essência Absoluta.
É a Imanência e a Impermanência.
Isso é a Íntase.
E o instrumental do Manto Azul da Graça convida-os a isso, a estas Núpcias de Luz finais.
Pergunta: por que chamamos Omraam Mikaël Aïvanhov de Comandante?
Querida Irmã, nesses espaços intermediários, qualquer que seja a Dimensão estabelecida (que apenas são retransmissores, de algum modo, da FONTE), existe um agenciamento.
Este agenciamento se faz, como sempre, em função do que é nomeado os quatro elementos ou os quatro Anjos que circundam o Trono da FONTE.
São os quatro elementos nomeados sobre esta Terra: o Ar, o Fogo, a Água e a Terra.
Existe um maestro para os quatro elementos, que isso seja ao nível do átomo, ao nível do DNA, ao nível da FONTE e ao nível das Dimensões.
Aquele que agencia é, de alguma forma, um maestro, é aquele que permite que a partitura seja tocada de maneira a mais pura e a mais fiel.
É nesse sentido que OMRAAM é Comandante dos Anciãos.
Esta noção de Comandante não está ligada a uma hierarquia, não está ligada a uma obrigação, mas, sim, efetivamente, mais ao que eu chamaria de um maestro que toma conta para que todas as partituras sejam tocadas.
Ele não toca partitura: ele é o Éter, ele é o Fogo do Éter e o Fogo do Espírito.
Em qualquer Dimensão (e mesmo sobre este mundo, apesar da falsificação), tudo obedece às mesmas regras, ao mesmo agenciamento.
Por isso a expressão Comandante, mas poderíamos chamá-lo de maestro.
São apenas denominações.
Aí também, não é a palavra que é importante, mas a função.
O Comandante é, então, aquele que cuida, pela sua Presença, para que as partituras sejam tocadas.
Ele não dá ordens.
Ele é, de algum modo, um catalisador.
Do mesmo modo que, quando vocês, aqui, vocês vivem o Manto Azul da Graça (além da sua função de Semeador e de Ancorador da Luz), vocês se tornam a Graça encarnada, mas vocês não podem dizer que são vocês que dão a Graça ou que dão o que quer que seja, aliás.
Vocês são simplesmente aquele que É.
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
Meus muito queridos Irmãs e Irmãos encarnados, eu me retiro por alguns momentos.
Eu voltarei no final da intervenção de GEMMA GALGANI que me segue, a fim de viver, em meio a este espaço onde nós estamos reunidos, a Presença da Graça e a Descida ou a Elevação do Manto Azul da Graça.
Ao aguardar, permitam-me acolhê-los em meio à minha Presença, no meu Coração e no seu Coração, no Amor e no Fogo.
Até dentro de instantes.
Mensagem da Amada MA ANANDA MOYI no site francês:Autres Dimensions
18 de fevereiro de 2012
(Publicado em 19 de fevereiro de 2012)
Copiado daqui
Tradução para o português: ZulmaPeixinho


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Eu sou ANAEL, Arcanjo.



Bem amados Filhos da Luz e bem amadas Sementes de Estrelas, que a Graça e o Manto de MARIA estejam em vocês.
Eu saúdo vocês.
Eu venho, neste espaço, acompanhado de outros Arcanjos a fim de estabelecer a Graça.
Eu falarei sobre uma série de elementos referentes a esse Manto Azul da Graça, sem, no entanto, alterar as prerrogativas de MA ANANDA MOYI, expressando-lhes, de maneira muito mais específica, isso ao que corresponde esse Manto da Graça, e o que pode ser esperado. 
Eu venho, em um primeiro momento, a fim de responder às suas interrogações e questionamentos com relação a todas as coisas.
Eu irei exprimir, se suas perguntas me permitirem, certo número de elementos que, talvez, estejam prestes a ser vivenciados ou estarão para viver, por vocês mesmos, no que eu denominaria um ‘face a face’.
Esse face a face é o face a face da Luz ou do que eu chamaria de Si Luz, por oposição ao que eu denominaria o Eu da personalidade ou o Eu - Sombra.
O que está em jogo, hoje, não é mais, somente, uma iluminação de algumas Sombras, mas, bem mais, o posicionamento da sua Consciência em meio ao Estado de Ser ou em meio à personalidade.
E, isso, em última análise, quanto às suas orientações, quanto às suas Vibrações, e quanto ao estado de quem vocês são.
Nós podemos, se vocês o desejarem, começar a responder às suas perguntas.

Pergunta: por que a Luz parece, às vezes, aumentar as manifestações da Sombra?

Bem amada, existe, em meio ao que eu acabo já de enunciar, a própria característica do que é visto, vivenciado por alguns ou por outros.
Na realidade, durante este período, pela adição do Manto Azul da Graça, foi-lhes dado o conjunto dos elementos (que isso seja através dos ensinamentos progressivos que nós realizamos juntos, para aqueles de vocês que seguiram o que nós dissemos) a fim de levá-los a esta Porta Estreita que alguns de vocês começam a passar, que outros, entre vocês, temem passar.
Esta Porta Estreita, como vocês sabem, representa o Abandono Final de tudo o que constitui a personalidade Ilusória, ou seja, tanto esse corpo, como suas emoções, como seu mental, como seus apegos, como suas crenças, em resumo, tudo o que é efêmero, por oposição ao que é eterno, ou seja, sua Dimensão de Sementes de Estrelas.
Ninguém pode penetrar o Reino dos Céus se não se tornar, de novo, como uma criança.
Através desta Porta, alguns seres percebem, de maneira Interior, de hoje em diante (não mais pela Visão Etérea, não mais pela Visão do Coração, não mais pela percepção, mas, diretamente, na Consciência), algumas manifestações.
Algumas dessas manifestações vêm se opor à realidade do que é dado a ver, à realidade do que é apresentado por seus Irmãos e Irmãs.
Portanto, isso pode induzir certa forma de desequilíbrio.
Hoje, nenhum de vocês pode enganar.
Nenhum de vocês pode escapar.
Aonde vocês querem ir?
O que acontece em vocês corresponde à estrita Verdade do estabelecimento da Presença (ou do não estabelecimento da Presença) em meio à sua manifestação sobre este mundo.
Portanto, nós concebemos, perfeitamente, nós, Arcanjos, que isso possa ser, nos primeiros momentos, um processo desestabilizador de aperceber-se de que há uma distância (por vezes, incomensurável) entre a personalidade e o Estado de Ser.
Isso os remete a elementos que lhes foram comunicados (desde, já, numerosos meses, ou até mesmo numerosos anos) com relação ao Abandono à Luz e, sobretudo, à noção de Autonomia e de Liberdade.
O que é Autonomia?
O que é Livre?
Certamente, não a personalidade.
Certamente, não o efêmero, mas, simplesmente, a Eternidade.
Hoje, mais do que nunca, cada dia que os aproxima de acontecimentos cósmicos e terrestres, ligados à Dissolução em meio à Luz, leva-os a posicionarem-se.
Alguns de vocês têm a capacidade para ver além das aparências, para ver além do que é dado pela Visão do Coração, para ver além da própria Unidade, na própria Essência da manifestação de quem vocês São: nisso se encontra, às vezes, elementos problemáticos.
E o que é observado no exterior (lembrem-se) acontece, também, no Interior de vocês.
Isso os coloca frente à sua responsabilidade individual, e não pessoal, levando-os a reajustar, mais rapidamente, o que deve sê-lo.
O Estado de Ser não conhece qualquer desejo.
O Estado de Ser não conhece qualquer paixão.
O Estado de Ser não conhece qualquer falha.
O Estado de Ser não conhece quaisquer inclinações da personalidade.
Através do Manto da Graça é-lhes dada a Graça de viver a Luz.
Viver a Luz permite-lhes tornar-se a Luz, na condição, não de se desviar do que faz as inclinações da personalidade, mas, sim, de transcendê-las.
Lembrem-se: o Estado de Ser não tem qualquer desejo, o Estado de Ser não tem qualquer vontade pessoal.
O estado de Ser é.
Em meio a este Ser e em meio a esta Presença, não podem subsistir quaisquer falhas da personalidade.

Pergunta: o que fazer em relação às falhas observadas em nossa personalidade no cotidiano?

O importante é observá-las.
A segunda etapa, bem amados, consiste em não nutri-las.
Ora, vocês nutrem a menor de suas falhas, doravante, assim que sua Consciência se focar nisso.
Busquem o Reino dos Céus e o resto ser-lhes-á dado de acréscimo.
Vocês não são esta personalidade.
Vocês não são este corpo.
Vocês não são suas emoções.
Vocês não são seus pensamentos.
Vocês não são suas crenças.
Com o que vocês são confrontados (como observador ou em sofrimento) corresponde, estritamente, não ao que há para fazer, mas, estritamente, ao que há para Ser, a fim de não mais parecer.

Pergunta: como superar as resistências que nós sentimos em nós?

Bem amada, minha resposta será sobreposta àquela que eu acabei de dar.
Não é mais tempo de querer fazer.
É, simplesmente, tempo de vestir-se com o Manto da Graça e deixar esta Graça trabalhar.
Porque a Graça é a sua Essência.
Porque a Graça é a sua natureza.
Tudo depende do ponto de vista.
Enquanto você observa, do lado da personalidade, suas próprias resistências e suas próprias falhas, isso, em última análise, significa apenas uma coisa: é que a sua Consciência está instalada em meio à personalidade.
A partir do momento em que a Consciência se instala em meio ao Estado de Ser, tudo o que pareceria como Sombra, como resistência ou como falha, desaparece instantaneamente.
Isso não é algo a fazer.
Isso não é um trabalho.
É exatamente o oposto, de hoje em diante.
Essas falhas, elas não são mais, como dizia o Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV), para colocar sob o tapete ou para serem iluminadas: elas têm, simplesmente, elas também, que ser abandonadas, como vetor da Ilusão e como motor da sua própria personalidade.
Sem culpa, sem arrependimento, mas, com firmeza.

Pergunta: a que corresponde a sensação de Fogo vivenciada durante a Presença?

Bem amada, a Presença é Fogo.
Esse Fogo é aquele que permite a Dissolução total da personalidade, de suas crenças, de seus desejos e de suas Ilusões.
O Fogo é, às vezes, a natureza e a Essência da sua Presença.
O Fogo é o elemento purificador vindo pôr fim, na totalidade, à Ilusão.
Viver o Fogo é viver a Liberação.
Viver o Fogo é tornar-se Livre e Autônomo.
Não há alternativa.
Todo o resto faz apenas manter a Ilusão da personalidade, a Ilusão de um fazer, a Ilusão de uma ação que é apenas, por Essência, reação.
Os mecanismos do Manto da Graça, como isso que irá se desenrolar dentro de pouco tempo, é a chegada do Fogo neste mundo.
Esse Fogo é um Fogo de Amor e de Luz.
Obviamente, a personalidade não pode considerar desta maneira porque ela foi construída, justamente, na ausência de Fogo e, unicamente, nesta ausência de Fogo: o Fogo é o elemento Liberador, por Essência.
Viver o Fogo corresponde à Passagem da Porta Estreita.
Esses mecanismos (ou, de preferência, essas experiências) vão se fortalecer e aumentar (em seus momentos de Presença, em seus momentos de Alinhamento) até um momento em que esse Fogo irá se tornar permanente, em vocês, permitindo, então, de assentar-se na Alegria da sua Eternidade, na Alegria da sua Presença.
Naquele momento, vocês irão constatar, por vocês mesmos, que não pode mais existir, nem falhas, nem Sombras, nem resistências, porque, naquele momento, vocês terão se tornado a Eternidade.
O Fogo do Éter corresponde ao Fogo do Céu.
É aquele manifestado, também, pela Terra, através de seus Sons, de sua lava e de sua expansão, que corresponde, muito precisamente, à sua própria expansão, à sua própria Dissolução de tudo o que é efêmero a fim de instalarem-se em sua Presença.
Não pode ali ter acesso ao Ser, à Presença, sem o Fogo.

Pergunta: o sopro (ou a respiração) pode nos ajudar?

Bem amada, o sopro destina-se a atiçar o Fogo.
A respiração é aquela que poderia ser chamada de respiração consciente, ou seja, o momento em que a Consciência se coloca no próprio sopro e em nada mais (qualquer que seja esse sopro).
O importante não é mais a localização, no corpo, do sopro, nem seu ritmo, nem sua frequência, nem sua amplitude, mas, sim, tornar-se lúcido desta respiração que, como isso foi dito, desde muito tempo, por SRI AUROBINDO, irá se instalar no Coração (ndr: canalização de 17 de fevereiro de 2010, na coluna “mensagem a ler”) (*).
A respiração do ar, passando pelos pulmões, irá se tornar a respiração do Coração e irá abrasar o Coração que, por sua vez, irá abrasar a personalidade, para o que resta de desejos, para o que resta de emoções, de crenças, de erros, se tal for o seu caminho.

Pergunta: como contatar este outro espaço que não está ou não é mais a nossa personalidade?

Bem amada, isso corresponde, totalmente, aí também, ao que eu chamo de aplicação do face a face que não é mais, propriamente falando, um confronto, mas, sim, um ‘face a face’ entre o Si - Luz e o Eu - Sombra.
Tomar Consciência do que atua nesse nível é, já, uma etapa importante, a fim de não rejeitar esta parte nova que se instala, de maneira definitiva, que é, de fato, a única Verdade de quem vocês São.
Para isso, há necessidade de identificação dessas duas partes.
Isso corresponde, exatamente, à ação do Manto Azul da Graça.
Nada há a fazer.
Há, apenas, que Ser.
A partir do momento em que alguma ação da personalidade, doravante, quisesse agir sobre o que você iria se opor, isso a reforçaria de maneira inexorável.
Não há, então, efetivamente, estritamente nada a fazer, mas, de preferência, deixar fazer.
Isso conecta, ainda uma vez, à Autonomia e à Liberdade.
Isso conecta, ainda uma vez, ao princípio de Abandono à Luz.

Pergunta: é útil alertar uma pessoa sobre aspectos da sua personalidade?

Bem amada, o que é visto no Interior, se é dado no exterior, do mesmo modo, irá reforçá-lo, não nele, mas no exterior dele.
Esse trabalho (se o podemos nomear assim) consiste, simplesmente, para cada Consciência recoberta com o Manto Azul da Graça (a partir do momento em que isso tiver sido ativado pela terceira vez, correspondendo, então, a essa 5ª-feira), em decidir, com lucidez, Clareza e Precisão, se ela se estabelece em sua Profundez, ou seja, no Estado CRISTO, ou se ela persiste em manter a personalidade (seus desejos, quaisquer que sejam, e todos os seus apegos).
Esse mecanismo irá se desenrolar sem nada fazer.
Cada um, para aceder à Autonomia e à Liberdade, para aceder à Eternidade, deve viver sua responsabilidade.
Nós não podemos mais, quanto a nós, agir em relação a isso porque, como isso foi dito, há apenas vocês, e vocês sozinhos, que podem passar a Porta Estreita.
Nenhuma técnica, nenhuma ação da própria personalidade, fará passar a Porta.
Enquanto vocês estão identificados a uma das parcelas da sua personalidade (qualquer que seja a expressão de desejo, de frustração, de ódio, de falta, ou do que quer que seja) vocês não podem realizar essa Passagem porque isso não é vocês que o realizam.
Mas, justamente, a partir do momento em que vocês se apreendem de que vocês não são nada de todos os seus desejos, nada de todas as suas emoções, isso corresponde ao que tinha dito a pessoa anterior com relação às duas partes: há, efetivamente, duas partes e dois caminhos, e não um terceiro.
É muito importante, não definir, ou redefinir, mas estar conscientes disso ao que vocês estão apegados.
Qualquer que seja a Luz presente em meio à Alma, a Liberação deste plano acontece, de maneira mais ou menos fácil e evidente, conforme a presença, ou não de apegos (qualquer que seja este apego).
O apego (que seja a uma pessoa, a um corpo, a um desejo, ao que quer que seja pertencente à personalidade) será, no momento oportuno, um obstáculo ao estabelecimento em meio ao Estado de Ser.
É nesse sentido que o Manto da Graça, que lhes foi proposto, é um meio de viver isso, de maneira serena, eu diria, por antecipação.
Os estados de Comunhão, de Fusão, de Dissolução ou de deslocalização da sua própria Consciência, são, de algum modo, experiências e um aprendizado, permitindo ver as duas partes em vocês: a parte efêmera (e ilusória) e a parte Eterna.
Cabe a vocês saber: onde vocês estão?
Outras frases, correspondendo a isso, foram ditas (pronunciadas e inscritas em seus Livros) pelo próprio CRISTO.
Por exemplo: “deixe os mortos enterrarem os mortos”.
Isso não quer dizer não se ocupar dos seus Irmãos.
Isso quer dizer, simplesmente, deixar morrer, em vocês, o que não é vocês: em primeiro lugar, o conjunto dos apegos (quaisquer que sejam).
No momento da Passagem (qualquer que seja o seu futuro), o que não estiver iluminado, o que não estiver apagado, transmutado e transformado, será resistência.
Vocês têm a oportunidade, por intermédio do Manto Azul da Graça, de ver as duas partes.
Ninguém poderá dizer que não sabia.
Suas Vestimentas vão ser, em breve, lavadas no Sangue do Cordeiro.
O retorno de CRISTO (ou KI-RIS-TI) corresponde a isso.
O que eu posso acrescentar é: “vão para o essencial”.
Não há outras maneiras de perceber quem vocês São em meio à sua Presença.
É nesse sentido que lhes é dada a Graça de ver (de perceber) as partes de vocês.
Não para combater, doravante, porque não é mais tempo de combater, mas, bem mais, de se estabelecerem, vocês mesmos, na Graça.
Quanto melhor e mais vocês penetrarem em seu Alinhamento e em sua Presença, melhor vocês poderão assumir a responsabilidade de quem vocês São, na condição, entretanto, de não se aproveitar desses Alinhamentos e de suas Interioridades para nutrir, incansavelmente, a personalidade.
Coloquem-se a questão: o que é importante?
Qual é o seu objetivo?
Qual é a sua finalidade?
A Luz poderá, cada vez menos, ser compatível com a personalidade.
O que vem é um Nascimento (ou, de preferência, um Renascimento), uma Ressurreição: a lagarta se torna Borboleta.
Será que a Borboleta tem algo a fazer com a manutenção de uma lagarta?
É tempo, agora, de não mais ser ambíguo, de não mais dar-se um álibi ou, então, de fazer outras escolhas.
Como lhes disse e repetiu MARIA: o Manto Azul da Graça é a última etapa final, permitindo-lhes ressuscitar.
Vocês estão liberados, ou vocês não estão liberados da sua própria personalidade?
Vocês têm respondido ao apelo da Luz?
Vocês se tornaram Luz?
Vocês passaram a Porta?
Vocês realizaram o Si?
Vocês realizaram a eternidade, antes do momento coletivo?
A partir do momento em que o Si é totalmente revelado, a partir do momento em que você penetrou sua Eternidade, mesmo se este corpo está presente, as coisas serão, então, diferentes porque não existe, naquele momento, qualquer resistência, qualquer falha, qualquer sombra.
O Ser, naquele momento, tornar-se Livre e Autônomo, mas não antes.

Pergunta: assistir a filmes nos traz de volta à Dualidade?

Bem amado, como eu tive a ocasião de dizê-lo, com relação às imagens e à informática, desde que o olhar se volta para o exterior, há, obrigatoriamente, Dualidade.
Isso é inexorável porque o eixo da falsificação está fundamentado, justamente, no eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
A Visão, tudo o que seduz pelo olho, a satisfação de um prazer pelo olho, é a pior das armadilhas que existe.
O filme conta uma história para você, esta história é falsa.
Ela exercita, então, sua Alma, sua psique, seu corpo emocional, seus corpos ilusórios para manter-se em meio à Ilusão, quer você queira ou não, quer você tenha a impressão ou não.
É o mesmo para todos os vícios, quaisquer que sejam, sem qualquer exceção.
Não há acordo possível com a Luz: é a Luz ou a personalidade.
Os tempos de ajustamento, correspondentes à ignição das Lareiras, às Vibrações, à ativação dos Novos Corpos, terminou.
Compreendam bem que não há qualquer julgamento nisso que eu digo, porque cada um de vocês é totalmente livre e amado da mesma maneira, onde quer que vá.

Pergunta: como fazer para parar um vício, sem colocar um ato voluntário?

Naturalmente, isso não deve ser um problema de vontade porque, se for uma vontade, isso é, efetivamente, uma coação.
Enquanto a sua Consciência estiver projetada em um desejo, em uma imagem, em uma projeção, qualquer que seja, você não pode estar centrado nem alinhado em si mesmo.
É a personalidade que fará crer, indefinidamente, que você tem todos os direitos, todas as possibilidades, enquanto permanecendo na Luz.
Mas em qual Luz?
Aquela do ego e não aquela do que você É.
Agora, se o seu Ser prefere o prazer da imagem à Luz, isso é a sua escolha, ela é respeitável, mas isso não pode, em caso algum, ser os dois, por razões que são independentes da sua vontade, correspondendo, aí também, às palavras de CRISTO: “que te seja feito segundo a tua fé”.
E Ele dizia bem “tua fé” e não “tuas crenças”, ou seja, o estado Interior de tensão para a Luz na qual você está.
Você não pode tender para a Luz e tender para a imagem.
Você não pode tender para a Luz e tender para um vício.
É impossível.
Ainda mais agora.
Pergunta: o que acontece em se “divertir”?
Bem amado, divertir-se não é viver a Alegria.
Cabe a você, aí também, saber.
Você quer se divertir ou você quer estar na Alegria?
Divertir-se é o oposto de estar na Alegria porque o prazer, por Essência, é efêmero e ele necessita de uma reprodução, qualquer que seja esse prazer, resultado tão lógico na encarnação.
Mas vocês não estão mais na encarnação, mesmo se sua Consciência não tem ainda, totalmente, percebido.

Pergunta: o que significa “não se aproveitar do Alinhamento para nutrir a personalidade”.

Bem amada, isso faz parte da diferença do que foi explicado, muito longamente, pelo IRMÃO K, referente ao fogo do ego e o Fogo da Luz (ndr: canalizações de 07 de julho de 2011 e de 03 de dezembro de 2011, na coluna “mensagens a ler”) (**).
O fogo do ego é a Ilusão da Luz.
O ego se nutre também, é claro, de Luz, mas ele transforma a Luz em avidez, em desejo, em prazeres e dá uma iluminação do mental, mas não permite o acesso ao Si.
Dessa maneira, então, a Luz Vibral pode, perfeitamente, ser desviada para o ego.
Isso se chama o fogo do ego, dando a Ilusão espiritual.
Os processos Vibratórios e do fogo são, então, transferidos ao nível do que foi nomeado os corpos de desejo, ou o corpo emocional, ou o corpo mental, e não nutre a Essência de quem você É (ou seja, o Si ou a sua Presença), mas nutre o complexo inferior.
Não se esqueçam jamais de que a personalidade irá encontrar sempre boas razões.
Ela também, ela tem suas responsabilidade para afastá-los da Luz.
É, aliás, seu papel e sua função.

Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.

Bem amados Filhos da Luz, bem amadas Sementes de Estrelas, eu disse o suficiente com relação ao Manto Azul da Graça.
Dentro de poucos dias, MA ANANDA MOYI irá lhes dar elementos referentes à sua vivência, em ressonância direta com esse Manto Azul da Graça e irá entrar nos detalhes sobre localização, função e efeitos obtidos, muito mais avançados do que eu pude dizer esta noite.
 Apreendam-se bem desta última frase de CRISTO: “ninguém pode servir dois mestres ao mesmo tempo”.
E, quem é o mestre nesse momento, em sua manifestação?
São suas falhas?
São suas sombras?
São seus desejos?
Ou é a Luz?
Além disso, enquanto Arcanjo da Relação e da Comunicação, revestido com o mesmo Manto Azul que MARIA e MIGUEL, eu lhes proponho viver um momento de Graça, de Comunhão, em meio ao Manto Azul da Graça.
E eu posso, já, dizer-lhes: “Bem-vindos na Eternidade”.
Até breve.

... Efusão Vibratória / Comunhão


Tradução para o português: Zulma Peixinho
Imagem retirada daqui
Original do site: Autres Dimensions
Retirado daqui